De acordo com informações apuradas pelo jornalista Valentin Furlan, o São Paulo estruturou a contratação de Cauly em um modelo financeiro estratégico e sem desembolso imediato.
Segundo a fonte, os 500 mil euros envolvidos na negociação por empréstimo serão descontados de valores que o Bahia ainda deve ao time paulista. As pendências são referentes às contratações de Rodrigo Nestor, que já vinha sendo negociado, e Michel Araújo.
O mecanismo adotado reduz impacto no fluxo de caixa tricolor no curto prazo. Internamente, a diretoria entende que o formato representa solução inteligente no mercado, o Clube reforça o elenco sem ampliar compromissos financeiros imediatos.
Cláusula no contrato foi colocada
Outro ponto relevante da negociação envolve a cláusula de enfrentamento entre as equipes. O Bahia concordou em não estabelecer multa para que Cauly atue contra o ex-clube, Rui Costa foi quem conduziu as tratativas.
Agora, com a nova contratação, a direção trabalhará em saídas para equilibrar as contas e se livrar de altos salários. Diante deste cenário, o volante Alisson, que deve deixar o Clube, foi oferecido ao Fluminense.

Michel Araújo será envolvido na negociação por Cauly – Foto: Jhony Pinho/AGIF.
Em meio a tudo isso, a equipe comandada por Crespo se prepara para encarar a Ponte Preta na próxima rodada do Campeonato Paulista, onde uma simples vitória coloca o Tricolor nas quartas de final. A partida acontecerá no domingo (15), às 20h30, no Estádio Moisés Lucarelli.

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A engenharia financeira construída pelo São Paulo na contratação de Cauly evidencia maturidade administrativa na gestão de Harry Massis. Ao compensar dívidas existentes e evitar custos imediatos, o clube equilibra responsabilidade financeira e competitividade esportiva.




