O histórico de Bruno Guimarães como cobrador de pênaltis virou tema de debate após a eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, diante da Noruega nas oitavas de final no último domingo (5).
Segundo levantamento feito pelo Globo Esporte, o volante de 28 anos já bateu nove penalidades na carreira e converteu sete delas. Das nove cobradas pelo meio-campista do Newcastle, cinco aconteceram em disputas por pênaltis e quatro foram batidas durante as partidas.
O jogador desperdiçou somente duas tentativas, mantendo um retrospecto positivo apesar do erro mais recente. A segunda cobrança perdida ocorreu justamente na derrota do Brasil por 2 a 1 para a Noruega. Bruno bateu no lado esquerdo, mas o goleiro Nyland fez a defesa.
Histórico de Bruno Guimarães nas cobranças de pênalti
Os primeiros acertos registrados aconteceram em 2019, pelo Athletico-PR, nas disputas contra Flamengo e Grêmio pela Copa do Brasil. Depois, Bruno marcou pelo Lyon contra Red Star, na Copa da França de 2020, e Lorient, pelo Campeonato Francês de 2021.
O volante também converteu pelo Newcastle contra Blackburn Rovers, Leeds e Brentford. Antes do erro diante da Noruega, a outra cobrança desperdiçada havia acontecido contra o Bournemouth, em uma disputa pela Copa da Inglaterra de 2026.
Carlo Ancelotti explicou que a comissão havia definido uma ordem entre os cobradores da Seleção. Neymar, Igor Thiago e Raphinha apareciam antes do volante, mas o treinador afirmou: “Escolhemos Bruno Guimarães porque pensamos que era o melhor no campo”.
Opinião: erro não apaga histórico positivo do jogador
O pênalti perdido contra a Noruega certamente fica marcado pelo peso da eliminação, mas os números mostram que Bruno Guimarães não era uma escolha sem fundamento, até porque o volante tinha um histórico favorável. Por isso, acreditamos que a discussão deve passar pela hierarquia definida pela comissão, e não pela capacidade do jogador.




