Lucas Moura voltou a falar sobre um assunto polêmico do futebol brasileiro: o gramado sintético. O jogador do São Paulo, em entrevista à ESPN, criticou, mais uma vez, o uso da grama artificial em alguns times do Brasil. E, de novo, não escondeu as críticas:
“Todo mundo sabe a minha opinião sobre o gramado sintético. Sou totalmente contra. Acho um retrocesso gigantesco no nosso futebol, que é tão rico. O sintético atrapalha e desvaloriza muito o nosso futebol. Tinha que ser totalmente banido.”
Ao continuar, comparou com os gramados naturais ruins, mas aponta que o sintético não poderia ser uma alternativa: “Sei que há muitos gramados naturais ruins, mas o sintético não tem que ser opção. Tem um gramado ruim? Vamos trabalhar para ter um gramado bom. Não tem que tapar o sol com a peneira.”
Lucas preferia não jogar em sintético
No passado, Lucas sofreu lesão no Allianz Parque, local que usa o gramado sintético. Até por isso, foi poupado da partida contra o Palmeiras neste começo de temporada. Durante a entrevista, afirmou que, se fosse uma escolha sua, não jogaria em estádios de grama artificial:
“Se eu puder escolher, eu prefiro não jogar no sintético. Mas, obviamente, depende da situação do time e do jogo. Joguei ano passado contra o Palmeiras, inclusive foi lá que machuquei o joelho. Dependendo da situação do time, um jogo decisivo, e dependendo como eu estiver, eu vou jogar, não tem como.”
O jogador voltou a dizer que o sintético é um retrocesso no futebol brasileiro. E explicou que não enfrentou o rival também pela sequência que teve antes. “Se eu jogo e acontece alguma coisa ali, eu perco a temporada inteira de novo. Não valia o risco. A gente optou por eu ficar de fora e voltar depois.”

Lucas jogador do Sao Paulo durante partida contra o Corinthians no estadio Arena Corinthians pelo campeonato Paulista 2026. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF
Opinião do Antenados no Futebol
Apesar de muitas opiniões, seja de jogadores, torcedores ou jornalistas, ainda não há um estudo efetivo sobre o assunto. Enquanto isso não acontece, tudo se mantém na base do ‘achismo’ e até mesmo de clubismo. É preciso, primeiro, entender o real impacto do gramado sintético no corpo dos atletas.

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