A demissão de Hernán Crespo em sua segunda passagem pelo São Paulo pegou muitos torcedores de surpresa. O time vivia uma sequência positiva e ocupava a segunda colocação do Brasileirão, mas, mesmo assim, o treinador argentino acabou sendo desligado do cargo.
O diretor de futebol Rui Costa comentou, em entrevista ao portal UOL, sobre a saída do treinador e indicou que a escolha foi baseada em fatores internos e técnicos. Segundo o dirigente, a decisão considerou aspectos do dia a dia do clube e divergências que não eram visíveis externamente.
“Quando tomamos a difícil decisão de encerrar o ciclo do Crespo, sabíamos que haveria uma reação. Mas foi uma escolha técnica, baseada no que víamos no dia a dia, ao qual o torcedor não tem acesso total, e também a uma divergência insuperável de conceitos e propósitos”, iniciou.

BA – SALVADOR – 07/12/2025 – BRASILEIRO A 2025, VITORIA X SAO PAULO – Crespo tecnico do Sao Paulo durante partida contra o Vitoria no estadio Barradao pelo campeonato Brasileiro A 2025. Foto: Jhony Pinho/AGIF
“Acreditávamos e continuamos acreditando que o São Paulo pode almejar coisas grandes, por maiores que sejam as dificuldades. Respeito as críticas, sei que vou ser cobrado se não der certo, faz parte do meu trabalho”, disse.
“Quero dizer apenas que a troca foi por convicção, pensando no São Paulo. Temos o objetivo constante de evoluir e trabalhamos arduamente para isso todos os dias”, conclui Rui Costa.
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Roger Machado assume sob pressão

Para o lugar de Hernán Crespo, o São Paulo escolheu Roger Machado como novo treinador. A decisão, porém, não foi unanimidade entre os torcedores. Mesmo antes da estreia, o novo comandante já enfrenta questionamentos e pressão externa.
Demissão levanta questionamentos sobre planejamento
A saída de Hernán Crespo levanta questionamentos sobre o planejamento do São Paulo. O treinador apresentava resultados positivos e mantinha a equipe em posição de destaque na competição. A decisão, baseada em divergências internas, pode ser interpretada como precipitada diante do desempenho em campo. Além disso, a mudança tende a aumentar a pressão sobre o clube, que já enfrenta um ambiente de cobrança.




