O futuro de Oscar segue sendo bastante debatido no São Paulo. O jogador já se decidiu se aposentar, mas ainda não chegou a um acordo com o Tricolor para rescindir o contrato milionário que tem. Com isso, a torcida passa a se preocupar.
Segundo informações reveladas pelo jornalista Pedro Lopes, do portal UOL, o principal entrave está na luva de 2 milhões de euros (cerca de R$ 12,3 milhões), que virou o ponto central das discussões.
O valor seria pago de forma diluída ao longo do contrato com o meia, que iria até o fim de 2027. Dessa forma, restariam ainda dois terços desse montante, já que apenas um ano de vínculo foi efetivamente cumprido.
Oscar e seu staff avaliam que têm direito ao recebimento mesmo com o encerramento antecipado do vínculo, em razão do problema médico que levou à aposentadoria, já que entendem que as luvas são um prêmio pela assinatura de contrato.
Ainda existem valores atrasados de direitos de imagem da época em que o contrato estava valendo. O acordo está suspenso desde o fim do ano passado. Outro fator que travou as negociações foi a turbulência política interna, já que as tratativas iniciais eram conduzidas com o então presidente Júlio Casares, que sofreu impeachment em janeiro.
Segunda passagem de Oscar no São Paulo

RJ – RIO DE JANEIRO – 12/07/2025 – BRASILEIRO A 2025, FLAMENGO X SAO PAULO – Oscar jogador do Sao Paulo durante partida contra o Flamengo no estadio Maracana pelo campeonato Brasileiro A 2025. Foto: Jorge Rodrigues/AGIF
Oscar, de 34 anos, chegou ao São Paulo no início de 2025. Em sua segunda passagem, disputou 27 partidas, marcou três gols e distribuiu 11 assistências. Em novembro, o meia foi diagnosticado com síncope vasovagal, uma condição que faz a pessoa desmaiar de repente porque a pressão e os batimentos cardíacos caem rápido demais.
Opinião do Antenados no Futebol

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O negócio por Oscar foi um erro da diretoria do São Paulo. O jogador, apesar de vir em alta no futebol chinês, já tinha idade elevada e um salário compatível com status internacional. A situação cardiovascular, que não era esperada por nenhuma das partes, acabou tornando o investimento ainda mais pesado. O clube tenta reduzir os custos da operação, enquanto o meia exige aquilo que entende ser seu direito contratual.




