De acordo com informações apuradas pelo jornalista Gabriel Sá, Harry Massis, presidente do São Paulo, definiu que não promoverá mudanças no departamento de futebol após a demissão de Roger Machado. Diante deste cenário, segundo a fonte, o executivo de futebol Rui Costa e o gerente de futebol Rafinha seguem.
Internamente, o mandatário avalia que a contratação do treinador foi uma aposta respaldada por boas referências no mercado e que, apesar do desfecho negativo, a escolha tinha sustentação técnica no momento em que foi tomada.
Em contrapartida, a permanência de Rui Costa gera forte desgaste político a Massis nos bastidores. Nas últimas horas, conselheiros ligados ao presidente chegaram a ameaçar romper em definitivo caso o diretor de futebol fosse mantido no cargo.
Rui Costa e Rafinha mereciam ser demitidos?
Rui Costa e Rafinha mereciam ser demitidos?
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Harry Massis fez um movimento arriscado
Mesmo diante desse cenário de pressão política nos bastidores, o mandatário são-paulino optou por sustentar o dirigente e manter a atual estrutura do departamento de futebol.
Inclusive, na tarde da última quinta-feira (14), membros da torcida organizada do Tricolor se reuniram em frente ao CT da Barra Funda para cobrar a demissão de Rui Costa. Ainda assim, Massis não cedeu à pressão.

Rafinha fala aos jornalistas durante apresentação oficial em coletiva de imprensa realizada no CT Barra Funda. Foto: Marcello Zambrana/AGIF.
Em meio ao caos político, o São Paulo se prepara para enfrentar o Fluminense na próxima rodada do Campeonato Brasileiro. A partida está marcada para este final de semana, no sábado (16), às 19h, no Maracanã.
Opinião: Situação extracampo pode prejudicar o São Paulo
O cenário envolvendo o Tricolor fora das quatro linhas é caótico. Situações como essas podem acabar afetando o desempenho dos jogadores dentro de campo, que se preocupam com o futuro da instituição. A prioridade no momento é blindar os atletas do que vem ocorrendo nos bastidores.




