Na tarde desta quinta-feira (5), o Grêmio confirmou mais um problema físico envolvendo o meia Monsalve. O atleta sofreu uma lesão muscular de grau um no músculo posterior da coxa esquerda durante a partida contra o Botafogo, disputada na Arena, e virou desfalque imediato para os próximos compromissos da equipe.
Embora o clube não tenha divulgado oficialmente um prazo para o retorno do jogador, a expectativa interna é de que Monsalve permaneça fora de ação por um período que pode variar entre uma e três semanas. Portanto, a comissão técnica trabalha com cautela para evitar um novo agravamento do quadro.
O problema físico surgiu ainda na etapa inicial do confronto. Com dores evidentes, o meia não conseguiu seguir em campo e acabou substituído por Willian aos 47 minutos do primeiro tempo, encerrando precocemente sua participação no jogo diante do Botafogo.
Retorno recente após outro problema físico
Contudo, o novo revés acontece justamente quando Monsalve retomava espaço na equipe. O duelo contra o Botafogo foi apenas o segundo jogo do atleta após se recuperar de uma lesão no tornozelo, que o havia afastado anteriormente das atividades.
No retorno aos gramados, aliás, o colombiano deixou uma boa impressão. Diante do Juventude, no sábado, marcou o gol do Grêmio no empate por 1 a 1, com um belo chute de fora da área, reacendendo a expectativa da torcida sobre sua sequência na temporada.
Além disso, a sequência de lesões chama atenção internamente. Desde o ano passado, Monsalve convive com problemas físicos recorrentes. Em julho, sofreu uma luxação no ombro direito, ficou cerca de dois meses afastado e, posteriormente, voltou a se lesionar após uma pancada no tornozelo durante treinamento.

Monsalve saindo lesionado em Grêmio x Botafogo pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Maxi Franzoi/AGIF
Opinião do Antenados do Futebol
Diante desse cenário, o Grêmio precisa redobrar a cautela com Monsalve. Embora o talento do meia seja inegável e suas aparições recentes tenham sido decisivas, a frequência de lesões começa a gerar um alerta. Portanto, mais do que acelerar retornos, o clube deve priorizar uma recuperação completa, mesmo que isso custe tempo e paciência.

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