As 28 câmeras instaladas no Mané Garrincha, em Brasília, vão compor o sistema de impedimento semiautomático integrado ao VAR na final da Copa do Brasil. A chegada dos equipamentos faz parte da preparação da estrutura de arbitragem para a decisão.
O recurso passou a ser utilizado na Copa do Brasil a partir das quartas de final. No Brasileirão, a adoção começou na 20ª rodada. Ao todo, os 19 estádios da Série A receberam a tecnologia, além do Mané Garrincha.
Como o impedimento semiautomático auxilia o VAR?
Em seu funcionamento geral, a tecnologia usa câmeras de rastreamento para acompanhar os movimentos dos jogadores e identificar pontos relevantes do corpo. O sistema propõe automaticamente o instante do toque na bola e gera linhas de impedimento calibradas.
A equipe do VAR verifica essas informações antes de confirmar a decisão ao árbitro de campo. A supervisão humana continua necessária, inclusive para interpretar se um atleta em posição de impedimento interferiu na jogada ou em um adversário.
Ajustes finais e teste antes da decisão
Netto Góes, diretor de Arbitragem da CBF, visitou o Mané Garrincha na quarta-feira (4) para acompanhar os trabalhos.
“A administração do estádio e a Federação de Futebol do Distrito Federal não mediram esforços para viabilizar esse projeto e hoje estamos na fase de ajustes finais”, declarou Góes.
A próxima etapa da preparação é o teste oficial antes da grande decisão. A CBF prevê anunciar o teste em breve. “Nos próximos dias anunciaremos a realização do teste oficial”, afirmou o diretor de Arbitragem.




