O São Paulo promoveu mais uma mudança importante nos bastidores neste sábado (20). O clube anunciou a saída de Rui Costa, que ocupava o cargo de executivo de futebol desde 2021 e era um dos nomes mais influentes da gestão iniciada por Julio Casares.
A decisão já vinha sendo discutida internamente há semanas. Em comunicado oficial, o Tricolor confirmou o desligamento e agradeceu pelos serviços prestados. “O clube agradece ao profissional pelos anos de dedicação e deseja êxitos na sequência de sua carreira”, informou a nota divulgada pela diretoria.
A decisão do Tricolor Paulista foi correta?
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Pressão aumentou nos bastidores do São Paulo
A permanência de Rui Costa vinha sendo alvo de questionamentos em meio à turbulência política que tomou conta do São Paulo, que, recentemente, garantiu os direitos de Tapia, nos últimos meses. Com cobranças cada vez maiores nos corredores do Morumbi, a situação do dirigente se tornou difícil de sustentar.
A saída acabou sendo sacramentada pelo presidente Harry Massis. Durante sua passagem pelo clube, Rui participou de decisões que dividiram opiniões entre dirigentes e torcedores. Uma das mais lembradas foi a demissão de Hernán Crespo em um momento no qual o treinador mantinha a equipe na liderança do Campeonato Brasileiro.
Decisões seguem repercutindo
Na sequência daquela mudança, Rui Costa apostou na contratação de Roger Machado. A escolha, porém, teve vida curta. O treinador permaneceu apenas dois meses no comando, aumentando o desgaste de uma gestão que acumulou críticas em diferentes momentos.
A demissão de Rui Costa não resolve os problemas do São Paulo por si só. A troca de nomes pode aliviar a pressão momentaneamente, mas o clube continua obrigado a provar que aprendeu com erros recentes. No futebol, trocar dirigentes é simples; difícil é construir um projeto consistente que sobreviva às crises e entregue resultados dentro e fora de campo.




