O nome de Gonzalo Tapia apareceu no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF com o contrato de empréstimo rescindido, o que gerou dúvidas entre torcedores do São Paulo nesta semana. Apesar do registro, o atacante chileno segue normalmente no elenco e continua à disposição da comissão técnica de Dorival Júnior.
A movimentação foi apenas uma etapa burocrática para formalizar uma mudança já definida entre os clubes envolvidos. Tapia não pertence mais ao River Plate por empréstimo e passou a ser jogador do São Paulo em definitivo.
Para concluir o processo, o vínculo anterior precisou ser encerrado oficialmente antes da publicação do novo contrato junto aos órgãos responsáveis.
Gonzalo Tapia merece mais oportunidades no time titular do São Paulo?
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São Paulo exerceu cláusula de compra
No fim da última temporada, o Tricolor acertou os detalhes da operação com o River Plate e exerceu a obrigação de compra prevista no acordo firmado anteriormente entre as partes.
Com isso, o clube paulista garantiu 60% dos direitos econômicos do atacante de 24 anos. Tapia fica vinculado ao São Paulo pelas próximas temporadas, até o fim de 2029. A negociação também envolveu o lateral-esquerdo Enzo Díaz e a transferência definitiva de Giuliano Galoppo para o futebol argentino.

SP – SAO PAULO – 29/05/2026 – SAO PAULO, TREINO – Tapia jogador do Sao Paulo durante treino no Centro de Treinamento CT Barra Funda. Foto: Marcello Zambrana/AGIF
Os valores não foram divulgados por solicitação do River Plate, mas o São Paulo informou que a aquisição dos percentuais de Tapia e Enzo ocorreu dentro de uma composição financeira equivalente à venda dos direitos ligados a Galoppo. Além disso, o acordo prevê a possibilidade de compra de mais 20% dos direitos do chileno até junho de 2027.
Tapia ainda busca mais espaço
Atualmente reserva no elenco são-paulino, Gonzalo Tapia soma 27 partidas e três gols na temporada. A efetivação da compra mostra que o clube enxerga potencial no jogador, mas os números ainda estão longe de justificar um protagonismo maior.
O investimento só fará sentido esportivamente se o atacante conseguir transformar confiança contratual em rendimento dentro de campo, algo que ainda não aconteceu de forma consistente desde sua chegada ao Morumbi.




