Nesta manhã de segunda-feira (27), o assunto no Palmeiras segue sendo a situação de Paulinho. Depois de cirurgia para tratar uma fratura por estresse na tíbia da perna direita, o atacante segue sem data de retorno aos jogos do Verdão.
Falando mais sobre o atleta, vale frisar que ele é o terceiro reforço mais caro da história do clube e já se aproxima de 300 dias sem disputar uma partida oficial. Ele não entra em campo desde 4 de julho de 2025, quando o Palestra foi eliminado pelo Chelsea nas quartas de final do Super Mundial de Clubes.
Ele jogou o torneio no sacrifício e mesmo assim, foi peça crucial nas oitavas de final, quando fez o gol da classificação para a próxima fase diante do Botafogo. Todavia, essa decisão de atuar sem estar 100%, culminou em um agravamento da sua contusão.

Qual é a situação atual de Paulinho no Palmeiras?
Ainda citando o craque, João Martins, auxiliar técnico do Alviverde, explicou em coletiva pós-jogo diante do Bragantino, que o jogador segue em uma boa evolução e fazendo treinos que simulam o desgaste de uma partida, porém, evitou dar um prazo certo de retorno.
“A evolução do Paulinho está sendo boa. Temos dado treinos muito idênticos à intensidade que ele vai ter nos jogos porque não adianta nada ele começar a treinar e não estar pronto para o jogo. Sabemos que às vezes há jogadores que estão jogando e não estão prontos para jogar, e nós não podemos cometer esse erro com esse atleta”, frisou.

BA – SALVADOR – 05/04/2026 – BRASILEIRO A 2026, BAHIA X PALMEIRAS – Paulinho jogador do Palmeiras durante partida contra o Bahia no estadio Arena Fonte Nova pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Jhony Pinho/AGIF
Opinião da Redação: Paulinho precisa voltar a jogar pelo Palmeiras
A ausência de Paulinho já começa a impactar diretamente o planejamento do Palmeiras. Não se trata apenas de recuperar um jogador, mas de reintegrar uma peça que foi pensada como protagonista do setor ofensivo.
Com um calendário exigente e decisões importantes pela frente, a falta de opções no ataque pressiona ainda mais a comissão técnica. A cautela é compreensível, mas o tempo fora de campo já cobra um preço competitivo evidente.




