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“É difícil batê-lo”; Luís Castro não pensa duas vezes e enaltece estilo de jogo de treinador arquirrival

Português participou recentemente do “Charla Podcast"

Wagner Meier/ Getty Images- Luís Castro, técnico do Botafogo
© Getty ImagesWagner Meier/ Getty Images- Luís Castro, técnico do Botafogo

Nesta temporada o Botafogo enfrentou altos e baixos e seu retorno à Série A do Brasileirão. E, algum dos momentos de dificuldades do Glorioso envolve um adversário em especifico, bom pelo menos de acordo com o técnico Luís Castro. Na última quinta (8), o português concedeu entrevista ao “Charla Podcast” e foi questionado sobre as equipes que causaram problemas no Campeonato em 2022 e não pensou muito para apontar duas partidas específicas.

“Muitos criaram. Nós sentimos ao longo da época dificuldades em vários jogos, tivemos momentos críticos, com jogos realmente difíceis. Dois fundamentalmente, contra o Fluminense no Nilton Santos, que o Fernando Diniz nos causou muitas dificuldades, no segundo já não, estivemos bem e merecíamos ter ganho. Ficamos a dever a nós mesmos os três pontos. E o Felipão no último jogo também nos criou muitas dificuldades. Foram os jogos que me deixaram mais marcas de impotência. Contra o Palmeiras levamos quatro, tivemos dificuldade, mas sentimos que não estivemos bem tecnicamente, perdemos muitos passes, não chegamos nas pressões”, começou.

Em seguida, continuou: “No jogo em casa com o Fluminense poderíamos ter feito mais, sentimos que demos quase tudo e o adversário dominou. E no Athletico-PR, vínhamos de três jogos em sequência curta, o que complicou, reconheço que o adversário foi muito melhor e mereceu ganhar o jogo. Fechamos como não queríamos ter fechado, queríamos ter ido mais à frente, mas foi um jogo que nos criou muita dificuldade”.

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Leia mais: Luís Castro rompe silêncio e esclarece boatos sobre comportamento de Patrick de Paula no Botafogo

Por fim, o treinador não poupou elogios a Fernando Diniz e enalteceu seu estilo de jogo ao dos clubes europeus. “Joga de forma muito diferente, tem ideia de jogo diferente. No primeiro jogo estávamos com três centrais, linha de cinco, em momento crítico, entregamos claramente o domínio. No segundo jogo já foi diferente, quisemos ter também o domínio, mais chegada, ocasiões de jogo, controle. Tem que ser um jogo bem preparado contra o Fernando Diniz, exige ver muitos vídeos. No primeiro jogo adotamos a linha mais baixa, o jogo ficou 1 a 0, no segundo fomos mais ofensivos e empatamos em 2 a 2. O que os jogos nos obrigaram a fazer? Ter leitura muito grande de cada detalhe, de cada momento do jogo do Fernando. Estudamos sempre o adversário, apresentamos os vídeos aos jogadores, mas somos obrigados… Faz lembrar quando tínhamos jogo contra City, Inter de Milão, Real Madrid, em que somos obrigados a desmontar muita coisa porque é um adversário de patamar muito elevado e grande complexidade. Fernando tem muita complexidade no seu jogo, variações, leva a equipe toda para o lado direito e depois explora o outro. É difícil batê-lo”,  concluiu.

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