O Bahia está prestes a ampliar uma marca inédita em sua história. A chegada do atacante argentino Alejo Véliz, que já desembarcou em Salvador e aguarda apenas a oficialização do anúncio, fará o Tricolor alcançar sete jogadores estrangeiros no elenco principal, número nunca antes registrado pelo clube em uma mesma temporada.
Aos 22 anos, Alejo será o terceiro reforço internacional contratado pelo Bahia em 2026. Antes dele, o clube acertou as chegadas do uruguaio Kike Olivera e do argentino Roman Gomez. O trio reforça uma estratégia cada vez mais evidente dentro do planejamento montado pela diretoria e pelo Grupo City.
Com a provável confirmação do atacante, o elenco passará a contar com Alejo Véliz, Roman Gomez, Ramos Mingo e Mateo Sanabria, da Argentina, além dos uruguaios Cristian Olivera, Michel Araujo e Nicolás Acevedo. O número ainda está dentro do limite permitido pelo Campeonato Brasileiro, que autoriza até nove estrangeiros relacionados por partida.
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Bahia quebra marca histórica com gringos
Caso mantenha todos os atletas no segundo semestre, o Bahia ultrapassará os recordes anteriores registrados em 2021 e 2025, temporadas nas quais contou com seis jogadores estrangeiros. O crescimento mostra uma mudança significativa no perfil de contratações adotado pelo clube nos últimos anos.
Em 2021, o grupo internacional era formado por Óscar Ruiz, Índio Ramirez, Hugo Rodallega, Eugenio Isnaldo, Lucas Mugni e German Conti. Já em 2025, o Tricolor reuniu nomes como Mateo Sanabria, Michel Araujo, Ramos Mingo, Lucho Rodríguez, Santiago Arias e Nicolás Acevedo, embora nem todos tenham permanecido até o fim da temporada.

O levantamento considera apenas atletas nascidos fora do Brasil. Por esse motivo, o lateral-direito Cicinho não entra na lista, apesar de possuir cidadania búlgara. Enquanto aguarda a retomada das atividades, marcada para o próximo dia 22, o Bahia segue trabalhando nos bastidores para concluir os últimos detalhes envolvendo a chegada de Alejo.
A internacionalização do elenco virou uma das características mais visíveis da gestão atual. A presença crescente de atletas sul-americanos mostra uma busca por mercados que oferecem qualidade técnica e oportunidades competitivas sem os custos normalmente encontrados em negociações dentro do próprio futebol brasileiro.




