A carreira de Leandro Guerreiro voltou aos noticiários nesta quarta (24), mas por um motivo distante dos gramados. O ex-atacante, que defendeu o Grêmio em 2010, foi preso em São Paulo por causa de uma dívida de pensão alimentícia. Conforme as primeiras informações divulgadas pela imprensa paulista, ele permanece detido no 13º Distrito Policial, localizado no bairro Casa Verde, na Zona Norte da capital.
Até a publicação desta matéria, nenhuma autoridade havia informado o valor da dívida que motivou a prisão. Além disso, a defesa do ex-jogador ainda não se pronunciou oficialmente sobre o episódio, que rapidamente ganhou repercussão entre torcedores e nas redes sociais.
Entretanto, apesar de ter permanecido pouco tempo no Tricolor, Leandro integrou o elenco campeão do Campeonato Gaúcho de 2010. Naquele ano, o atacante chegou ao clube após atuar no futebol japonês e recebeu poucas oportunidades durante a temporada, mas participou da campanha que terminou com a conquista estadual.
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Renato Portaluppi marcou passagem do atacante
Anos mais tarde, o ex-jogador relembrou um episódio envolvendo Renato Portaluppi durante entrevista ao canal Deu Zebra Cast. Segundo Leandro, logo que assumiu o comando da equipe, o treinador reuniu o elenco para conversar sobre a diferença salarial entre os atletas.
Na mesma entrevista, Leandro revelou que foi o primeiro a se manifestar diante do grupo. “Cada um assinou o contrato que quis. O salário de um jogador não deve ser discutido entre os demais”, afirmou o ex-atacante ao recordar a conversa com Renato.

Além da passagem pelo Grêmio, Leandro viveu seu principal momento vestindo a camisa do São Paulo. Ao todo, disputou 116 partidas e marcou 16 gols, ajudando a equipe nas campanhas que terminaram com os títulos do Campeonato Brasileiro de 2006 e 2007.
Carreira também passou por grandes clubes
Por fim, o atacante construiu uma longa trajetória no futebol brasileiro e internacional. Revelado pelo Botafogo-SP, também atuou por Corinthians, Goiás, Fluminense, Vasco da Gama e Fortaleza, além de acumular experiências na Rússia e no Japão. Enquanto isso, o caso envolvendo a prisão segue sem novos posicionamentos oficiais da defesa.




