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Fernando Diniz pede para sair do Vasco, mas Pedrinho mantém treinador até o final do ano

Treinador do Cruzmaltino segue pressionado após sequência de derrotas

Fernando Diniz, técnico do Vasco
© Jorge Rodrigues/AGIFFernando Diniz, técnico do Vasco

A quinta derrota consecutiva do Vasco no Campeonato Brasileiro, desta vez para o Bahia, intensificou a crise interna do clube. O clima se tornou tenso no vestiário vascaíno após o resultado negativo, levantando discussões sobre o futuro da comissão técnica e o rendimento do elenco.

Entregou o cargo

Segundo apuração do jornalista Leonardo Lacerda, do NTVascaínos, o técnico Fernando Diniz chegou a sugerir a entrega do cargo. O treinador indicou que a diretoria deveria considerar a mudança caso avaliasse que ele e sua comissão fossem o obstáculo para o desempenho da equipe, mas a proposta foi prontamente rejeitada pelo presidente Pedrinho.

Apesar do respaldo da diretoria e do prestígio com Pedrinho, Diniz está sob forte pressão. O acúmulo de cinco resultados negativos e o ambiente deteriorado no vestiário colocam o seu comando em xeque para o próximo confronto, na sexta-feira (28), contra o Internacional em São Januário.

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Fernando Diniz técnico do Vasco durante partida contra o São Paulo  – Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Fernando Diniz técnico do Vasco durante partida contra o São Paulo – Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Internamente, as cobranças à equipe foram retomadas. O desempenho em campo, o comportamento e a mentalidade de alguns atletas voltaram a ser temas centrais das discussões pós-jogo.

Climão nos bastidores

Nos bastidores, uma parte do elenco acredita que a queda de rendimento do time está ligada à intensidade dos treinamentos. Segundo o NTVascaínos, alguns jogadores consideram que o volume e a duração das atividades estabelecidas por Diniz têm sido excessivos, gerando um desgaste físico que impacta diretamente nas partidas.

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Essa divergência sobre o modelo de trabalho de Diniz expõe uma clara discordância entre atletas e comissão técnica, embora a situação ainda não seja vista como um fator que comprometa integralmente o ambiente interno. A confiança da diretoria no treinador se mantém, e a possibilidade de uma demissão não está sendo considerada.

Em declaração após o revés por 1 a 0, o goleiro Léo Jardim admitiu o momento delicado do clube na competição. O atleta descreveu a derrota como “muito doída” e reforçou a necessidade de o grupo “aceitar as críticas” pelo desempenho recente. “A gente tinha um plano de jogo para poder vencer o Bahia aqui, mas infelizmente as coisas não aconteceram da forma que a gente esperava”, afirmou Léo Jardim ao Premiere.

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