Neste sábado (24), o Vasco viu a FERJ tornar público o diálogo do VAR que resultou na expulsão de Cauan Barros, lance que influenciou no rumo do clássico vencido pelo Flamengo por 1 a 0. Portanto, a jogada ocorrida logo no início do segundo tempo passou a ser o principal assunto da noite.
Contudo, a divulgação do material trouxe a justificativa oficial da arbitragem ainda nas primeiras análises. Segundo o áudio, a equipe de vídeo entendeu que houve contato com a trava da chuteira na panturrilha do adversário, classificando o lance como passível de cartão vermelho direto.
Além disso, os árbitros foram categóricos na revisão: “Pisou na panturrilha sem a bola”, afirmou um dos integrantes do VAR. Na sequência, veio a confirmação final: “O cartão vermelho está confirmado. É trava da chuteira na panturrilha.”
Vasco sentiu o impacto da expulsão
Entretanto, a decisão teve peso imediato na dinâmica do jogo. O Vasco precisou atuar praticamente toda a etapa final com um atleta a menos, o que reduziu sua capacidade de reação em um confronto que já era equilibrado até aquele momento.
Consequentemente, o Flamengo passou a controlar mais a posse de bola e encontrou espaços diante da inferioridade numérica rival. A pressão rubro-negra cresceu e culminou no gol marcado por Carrascal, que definiu o placar.

Cauan Barros expulso em Flamengo x Vasco. Imagem: MAGA JR/AGÊNCIA F8/ESTADÃO CONTEÚDO
Diniz dispara contra a expulsão
“É uma expulsão, para mim, ridícula, sem sentido. Não teve força excessiva, não teve risco de lesão”, declarou. Além disso, o treinador ainda questionou a uniformidade das decisões ao longo da temporada.

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Por fim, a publicação do áudio não encerrou a discussão, pelo contrário, ampliou o debate sobre critérios de arbitragem. Enquanto a federação sustenta a decisão, torcedores e comentaristas seguem divididos quanto à interpretação do lance.




