Nesta quarta-feira (22), o assunto no Palmeiras é Paulinho. Após 293 dias, o atacante vive a expectativa de voltar aos gramados após o longo período de recuperação de uma cirurgia para corrigir uma fissura na perna.
A tendência é que Paulinho seja relacionado para enfrentar o Jacuipensenesta quinta (23) no Allianz, pela Copa do Brasil. Faz tanto tempo desde o último jogo do camisa 10 que muita coisa mudou no Palestra desde então.
O último jogo de Paulinho pelo Alviverde aconteceu no dia 4 de julho de 2025, na eliminação do Palmeiras contra o Chelsea nas quartas de final do Mundial de Clubes. Desde então, o Palestra trouxe reforços e mudou a estrutura do time de Abel Ferreira.
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Os reforços que ainda não dividiram o campo com Paulinho
Todos os reforços contratados pela SEP após o Mundial ainda não dividiram o campo com Paulinho. Titular absoluto da meta palmeirense, o goleiro Carlos Miguel, que chegou na segunda metade de 2025, é um deles.
O mesmo vale para outros jogadores: Jefté, Khellven e Andreas Pereira, todas contratações da segunda janela de 2025, ainda não ‘viram’ Paulinho entrar em campo com a camisa do Palmeiras.

Paulinho jogador do Palmeiras durante partida contra o Bahia no estadio Arena Fonte Nova pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Jhony Pinho/AGIF
Por fim, as duas contratações de 2026, Marlon Freitas e Jhon Arias, também não jogaram ao lado de Paulinho. Para efeitos de comparação, vários atletas que jogaram ao lado do camisa 10 diante do Chelsea não estão mais no Palmeiras.
É o caso do goleiro Weverton (hoje no Grêmio), do zagueiro Micael (emprestado ao Inter Miami), Vanderlan (no Bragantino), Richard Ríos (negociado com o Benfica), Facundo Torres (no Austin FC) e Estêvão, que atualmente está no Chelsea. O mesmo vale para Aníbal Moreno, hoje no River Plate, e Raphael Veiga, que foi emprestado ao América-MEX.

Opinião: o retorno de Paulinho em um Palmeiras ‘irreconhecível’
O iminente retorno de Paulinho escancara o quanto o Palmeiras mudou em menos de um ano. Elenco reformulado, saídas relevantes e novas peças que sequer dividiram o campo com o camisa 10. Isso transforma a volta em algo além de recuperação física. Será uma reintegração tática em um time redesenhado por Abel. A expectativa é alta, mas o impacto real vai depender da rapidez com que ele se encaixar em uma nova versão do Alviverde.




