O Palmeiras mantém como prioridade a permanência de Flaco López nesta janela de transferências. Segundo o Globo Esporte, a direção recusou uma proposta de 20 milhões de euros, cerca de R$ 116,6 milhões na cotação atual, apresentada pelo Spartak Moscou-RUS.
O atacante voltou valorizado após disputar a Copa do Mundo pela Argentina, mas não está nos planos de venda do clube. Antes do Mundial, o Atlético de Madrid também realizou sondagens, mas a postura do Verdão impediu o avanço das conversas.
Como destacou a publicação, a decisão faz parte da estratégia de preservar os principais jogadores, apesar da meta de arrecadar R$ 400 milhões com vendas em 2026. Até maio, o Palmeiras havia contabilizado R$ 78 milhões. Leila Pereira já havia dito que não pretende negociar os principais atletas do Alviverde.
Palmeiras busca receita com jogadores menos utilizados
Para aumentar a arrecadação sem enfraquecer o time titular, o clube negocia atletas com menos espaço. O zagueiro Naves foi vendido ao Necaxa por US$ 3 milhões, cerca de R$ 15,3 milhões, enquanto o Palmeiras manteve 25% dos direitos econômicos.
O atacante Luighi, por sua vez, foi emprestado ao New York City por US$ 300 mil, aproximadamente R$ 1,5 milhão. O acordo estabelece opção de compra de US$ 6 milhões, cerca de R$ 30 milhões, e preserva 20% dos direitos do jogador para uma futura transferência.
As duas operações rendem aproximadamente R$ 16,8 milhões de forma imediata. O Palmeiras também recebeu cerca de R$ 7 milhões pela transferência de Pedro Lima do AVS para o Sporting e mantém direitos ligados a mais de 100 atletas que atualmente defendem outros clubes. Benedetti pode ser o próximo negociado após perder espaço com a chegada de Barboza.
Opinião: Verdão acerta ao preservar Flaco López
Recusar uma oferta superior a R$ 116 milhões demonstra que o Palmeiras colocou a disputa por títulos acima da meta financeira imediata. Buscar receita com reservas, empréstimos e percentuais futuros parece um caminho mais seguro, mas a distância para os R$ 400 milhões exige atenção para que a direção não termine a janela pressionada a negociar um jogador importante.




