O Goiás saiu na frente do Paysandu na decisão da Copa Verde, torneio que reúne equipes das regiões Norte e Centro-Oeste, além do estado do Espírito Santo. Na quarta-feira (17), o Esmeraldino venceu o Papão da Curuzu por 2 a 0 no Mangueirão, em Belém, pelo primeiro jogo da final. Após a partida, o técnico do Verdão da Serrinha, Emerson Ávila, falou sobre o confronto, a começar pela escolha do goleiro Marcelo Rangel.
“O Tadeu, que vinha sendo titular desde o ano passado, jogou toda a Série A e teve fratura no dedo. O Rangel não comprometeu em nada o desempenho dele e da equipe. Esperamos que o Tadeu possa voltar em breve, mas estou muito bem servido. Fez boas partidas, teve boas atuações e mostra que o trabalho do treinador de goleiro, Edimar, é muito bem feito”, elogiou, completando que Matheus e Ezequiel também são “bons” e “fundamentais”.
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O duelo de volta com o Paysandu será no dia 31 de maio, às 20h (horário de Brasília), em Goiânia. O campeão assegura vaga direta à terceira fase da Copa do Brasil de 2024. O Goiás tem a vantagem de poder até perder por um gol de diferença que leva a taça da Copa Verde pela primeira vez. Já o Paysandu, tem de vencer por três ou mais gols no tempo normal para ficar com o 4º título na competição. Em caso de placar igual agregado, a decisão vai aos pênaltis.

Foto: Rosiron Rodrigues/ Goiás
Emerson também comentou sobre os desfalques para a partida de volta da Copa Verde. Entre eles, Tadeu e Apodi. “A gente perdeu esses dois atletas aí né, perdemos também o Vinícius, que é o um dos nossos atacantes que não veio devido a uma contusão. Hoje o Sander não jogou, que é o titular da lateral esquerda. Nós achamos por bem poupá-lo, que tava com um desgaste muito grande e pode ser que esses atletas retornem”.
O técnico do Goiás ainda ressaltou a questão das inscrições e o volume de jogos: “Teve os problemas aí da inscrição de atletas que, durante a competição, não se podia mais fazer um tipo de alteração. Tenho certeza que o Paysandu também vive esse problema, mas nós nem sabemos como vamos chegar até lá. Pode ser que outros atletas se percam aí, devido ao calendário que é cruel. Muito difícil jogar tantas partidas assim e manter um padrão de jogo satisfatório”, finalizou.




