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Leila Pereira é alvo da CPMI do INSS e relator pede para PF investigar presidente do Palmeiras

Presidente do Palmeiras é acusada de supostos cinco crimes pelo deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da CPMI

Leila Pereira pode ser investigada pela PF
© Ettore Chiereguini/AGIFLeila Pereira pode ser investigada pela PF

O Palmeiras amanheceu neste sábado (28) com uma notícia envolvendo a presidente Leila Pereira. A mandatária alviverde se tornou alvo da CPMI do INSS, da qual havia ‘escapado’ de depor como testemunha após decisão de Gilmar Mendes, Ministro do STF.

Apesar de ter sido convocada e não ter ido depor, Leila apareceu no relatório final divulgado na última sexta-feira (27). Isso porque, segundo o jornal Estadão, o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da CPMI, pediu à Polícia Federal que a presidente alviverde fosse investigada.

Relator pede para PF investigar Leila Pereira

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O relator alega “controvérsia sobre o leilão da folha de pagamento de benefícios do INSS”. Segundo Gaspar, a decisão do STF de prorrogar a comissão justifica uma investigação da PF sobre Leila.

Além disso, a vitória da Crefisa no leilão da folha de pagamento de benefícios do INSS em abril de 2025 seria passível de uma investigação mais profunda da PF, ainda segundo o relator.

Se Leila for investigada, ela deve ser afastada do Palmeiras?

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Gaspar acusa Leila, enquanto presidente da Crefisa, de cinco supostos crimes: Falsidade ideológica, Participação na inserção de dados falsos em sistema de informática, Estelionato eletrônico e previdenciário, Gestão fraudulenta e temerária e Crime contra a economia popular.

“Por todas essas condutas, em razão da incipiência da investigação desta Comissão Parlamentar e da decisão do STF que, na data de ontem, 26 de março de 2026, não permitiu a continuidade das investigações da CPMI, solicitamos que a Polícia Federal – PF investigue se Leila Mejdalani Pereira, como CEO do banco, tendo o domínio do fato, praticou alguns dos seguintes crimes: falsidade ideológica (art. 299 do CP); participação na inserção de dados falsos em sistema de informática (art. 313-A do CP); estelionato eletrônico e previdenciário (art. 171, § 2º-A e § 3º, do CP); gestão fraudulenta e temerária (art. 4º da Lei 7.492/86); crime contra a economia popular (art. 3º, IX, da Lei 1.521/51)”, escreveu Gaspar no relatório final da CPMI do INSS.

Leila Pereira, presidente do Palmeiras. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Leila Pereira, presidente do Palmeiras. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

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Opinião: Palmeiras deve manter alerta e cautela

A inclusão de Leila Pereira no relatório da CPMI do INSS é uma situação complexa, mas não pode ser tratada como veredito antecipado. Apesar das acusações não envolverem o Palmeiras, o pedido de investigação contra a presidente pesa e, caso confirmado, o clube terá de ficar atento às próximas movimentações. 

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