A comissão técnica do Vasco da Gama monitora o processo de adaptação de Claudio Spinelli ao sistema de jogo implementado pelo técnico Renato Gaúcho. De acordo com informações do jornalista Leonardo Lacerda, do canal NTVascaínos, o centroavante argentino de 29 anos apresenta dificuldades na execução de movimentos de profundidade exigidos pelo novo modelo tático. Apesar do cenário, os integrantes do departamento de futebol relatam que não há de preocupação com o desempenho do reforço.
Spinelli é visto com potencial
A mudança na metodologia de trabalho ocorre após a saída de Fernando Diniz, cujo estilo priorizava a troca de passes curta e a aproximação constante entre os atletas.
Sob o comando de Renato Gaúcho, o elenco realiza testes em um esquema de jogo apoiado, que demanda progressão em campo e ocupação de espaços específicos. Nesse formato, o jogador posicionado mais à frente tem a atribuição tática de “esticar” a marcação adversária para oferecer opções de passes longos e verticais.

Spinelli, jogador do Vasco, durante partida contra o Fluminense -. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
O entendimento das novas funções táticas é apontado como o principal obstáculo para Spinelli neste início de trajetória em São Januário. Relatos internos indicam que o aproveitamento do atacante nos treinamentos diários no CT Moacyr Barbosa tem sido inferior ao esperado pela comissão técnica. A transição entre os modelos de jogo distintos requer um tempo de maturação para que os mecanismos de movimentação automática sejam estabelecidos pelo atleta.
Renato Gaúcho agrada nos bastidores
Internamente a chegada de Renato Gaúcho gerou alterações na rotina dos bastidores do clube. O treinador assumiu o cargo recentemente e, segundo apuração da imprensa, promoveu uma reestruturação nas relações internas entre os funcionários e os jogadores.
A transição de comando resultou em uma percepção de mudança no cotidiano das atividades profissionais no centro de treinamento. O novo ambiente de trabalho é descrito como mais favorável em comparação ao período anterior da temporada.
Relatos colhidos pelo jornalista Leonardo Lacerda indicam que o clima entre os atletas apresentava sinais de desgaste e desânimo sob a gestão de Fernando Diniz. A metodologia de gestão de grupo de Renato Gaúcho é citada como o fator responsável pela rápida alteração na postura dos profissionais durante as sessões de treino.

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A diretoria vascaína observa os reflexos dessa mudança de comportamento na produtividade coletiva da equipe. A expectativa é que a estabilização do ambiente interno auxilie na correção das deficiências individuais, como as apresentadas por Spinelli.




