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Pablo lamenta briga antes de jogo do Athletico e desabafa sobre violência no futebol: “Precisam ter mais amor”

O centroavante do Furacão também expôs bastidores de como a notícia chegou nos jogadores antes da partida do Brasileirão

Foto: (Gabriel Machado/AGIF) - Pablo lamentou o episódio de violência no futebol antes da partida do Athletico, pelo Brasileirão
© Gabriel Machado/AGIFFoto: (Gabriel Machado/AGIF) - Pablo lamentou o episódio de violência no futebol antes da partida do Athletico, pelo Brasileirão

Nesta quarta (8), o Athletico venceu o Juventude por 3 a 1, fora de casa, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro, e, com o resultado, assumiu a 3ª colocação na tabela com 16 pontos. Entretanto, a partida do Furacão ficou marcada por uma confusão fora do Alfredo Jaconi, antes da bola rolar pelo Brasileirão. Isso porque torcedores rubro-negros e alviverdes brigaram nos entornos do estádio e, munidos de paus e pedras, partiram para o confronto.

Segundo o GE, um atleticano precisou ser levado para a UPA Central, onde foi atendido, ainda está em observação e deve ser transferido para um hospital particular. A confusão teve presos e feridos, e os torcedores rubro-negros, que estavam em Caxias do Sul, foram impedidos de entrar no Alfredo Jaconi. A notícia de mais um episódio de violência no futebol chegou à delegação do Athletico, e Pablo foi o porta-voz do Furacão em um desabafo.

Em entrevista, o centroavante do Athletico lamentou a briga e expôs bastidores de como a notícia afetou os jogadores antes do início do jogo: “A gente soube no ônibus, até porque houve um atraso para a nossa saída para o estádio. Quando isso ocorre, pode acabar acontecendo algo muito grave. Espero que as torcidas tenham um pouco de consciência. Vá apoiar sua equipe, vá torcer. Nosso futebol é bom com as torcidas, mas temos que parar com as brigas”, declarou Pablo.

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Pablo também aproveitou para pregar a paz no futebol, já que esse não foi o primeiro caso de violência nesta temporada: “Não é só a torcida do Athletico, não é só a torcida do Juventude. E é lamentável, porque ficamos dois anos sem torcedor no estádio, sentíamos muita falta. O clima quando você joga na sua casa, a pressão fora de casa, tudo isso faz parte, é gostoso. É muito bom pro futebol. As pessoas precisam ter mais amor ao próximo, amor à vida”, finalizou o atacante do Furacão.

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