Carlo Ancelotti chegou ao topo também fora das quatro linhas. De acordo com reportagem publicada pelo jornal alemão Bild am Sonntag, o treinador da Seleção Brasileira tornou-se o técnico mais bem pago da Copa do Mundo de 2026 após renovar antecipadamente seu vínculo com a CBF até 2030.
O novo contrato elevou de forma significativa a remuneração do italiano. Segundo a publicação, Ancelotti passou a receber 10 milhões de euros líquidos por temporada, valor que corresponde a aproximadamente R$ 64 milhões.
O acordo anterior previa o mesmo montante em valores brutos, mas a renovação alterou a estrutura salarial e garantiu um ganho ainda maior ao comandante da Seleção.
Bônus milionário pelo hexa a Ancelotti
Além do salário anual, Ancelotti ainda pode ampliar seus ganhos caso alcance o principal objetivo da CBF. Se conquistar o título da Copa do Mundo de 2026, o treinador terá direito a um bônus de 7 milhões de euros, cerca de R$ 45 milhões na cotação atual.
A recompensa pode transformar o Mundial no trabalho mais lucrativo de sua carreira. O contrato reforça a confiança da CBF no projeto comandado pelo treinador italiano e mostra a aposta da entidade em um ciclo de longo prazo. A renovação até 2030 também dá estabilidade para o planejamento da Seleção após a disputa do Mundial.
Salário reflete o tamanho da aposta
Os valores colocam Ancelotti em uma posição isolada entre os técnicos das seleções participantes da Copa do Mundo. A CBF investe pesado para manter um dos treinadores mais vitoriosos da história do futebol no comando do Brasil, apostando que a experiência do italiano seja determinante para recolocar a Seleção no topo do futebol mundial.
Agora, toda essa valorização precisará ser justificada dentro de campo, onde títulos continuam sendo a única moeda capaz de validar investimentos desse porte. Afinal de conta, como bem ressaltado por Vinicius Júnior, o hexa já está demorando demais.




