A diretoria do Vasco da Gama mantém negociações com o treinador Renato Gaúcho para definir os termos financeiros de uma eventual contratação. De acordo com informações do jornalista Lucas Pedrosa, as tratativas buscam alinhar o orçamento do clube às pretensões salariais do técnico, que se encontra disponível no mercado.
O clube apresentou uma proposta inicial com valores entre R$ 1,2 milhão e R$ 1,3 milhão mensais, patamar semelhante aos vencimentos de Fernando Diniz em sua última passagem. Após a primeira recusa, o estafe de Renato Gaúcho formalizou uma contraproposta solicitando remuneração próxima à que recebia no Fluminense, estimada em R$ 1,7 milhão por mês.
Diretoria ainda conversa com Renato Gaúcho
Conforme apurado pelo “Canal do Pedrosa”, o departamento de futebol vascaíno trabalha para encontrar um ponto de equilíbrio financeiro entre as duas partes. As conversas seguem em andamento, enquanto a gestão liderada pelo presidente Pedrinho avalia a viabilidade da operação dentro do fluxo de caixa previsto para a temporada.
Embora Renato Gaúcho seja o foco atual, o Vasco monitora outros nomes para o cargo, ainda que sem negociações abertas no momento. A única investida formalizada anteriormente foi pelo técnico Artur Jorge, que figurou como a primeira opção consultada pela diretoria antes do avanço das tratativas atuais.

Renato Gaúcho comandando o Fluminense em 2025 – Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
Cuca foi procurado
Paralelamente, o CRVG realizou sondagens pelo treinador Cuca para verificar sua disponibilidade. Segundo o site “RTI Esporte”, o profissional descartou o convite sob a justificativa de que pretende estender seu período de descanso e não planeja assumir novos projetos de imediato.
O último trabalho de Cuca ocorreu no Atlético-MG, onde acumulou um retrospecto de 22 vitórias, 11 empates e 12 derrotas em 45 partidas disputadas. Diante da negativa, o clube carioca redirecionou seus esforços para os perfis que atendam aos critérios estabelecidos pela cúpula do futebol.

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A ideia do Vasco é iniciar conversas com treinadores que tenham um trabalho condizente com o que é ofertado no plantel. O perfil tático de cada nome também é debatido, além de evitar gastar mais do que o previsto. Pelo início turbulento no Brasileirão, há um entendimento de que não há margem para erro na escolha do novo treinador para o restante da temporada.




