A recuperação da seleção dos Estados Unidos na Copa do Mundo ganhou um reforço que ninguém esperava: cães resgatados. Enquanto a maioria das seleções aposta em gelo, massagens e fisioterapia para colocar os jogadores de volta em campo, os americanos resolveram adicionar uma dose extra de carinho ao tratamento. E, pelo visto, o “melhor amigo do homem” também quer dar assistência no Mundial.
A iniciativa acontece no centro de treinamento da equipe em Atlanta, onde atletas recebem a visita de cães pertencentes a uma instituição responsável por resgatar, cuidar e ressocializar animais abandonados. A ideia é simples: oferecer um momento de descontração em meio à maratona de jogos e aliviar a pressão natural de disputar uma Copa do Mundo, ainda mais atuando como um dos países-sede.
Pochettino apoiou a iniciativa nos EUA
A estratégia teve o aval do técnico Mauricio Pochettino, que é apaixonado por cães e enxergou na ação uma forma diferente de cuidar não apenas da parte física, mas também da saúde mental do elenco. Afinal, depois de 90 minutos de tensão, às vezes o melhor “tratamento” é receber um abano de rabo de um amiguinho de quatro patas em vez de mais uma sessão de análise tática.
Especialistas explicam que o contato com os animais ajuda a reduzir os níveis de estresse, melhora a socialização e fortalece o senso de cuidado coletivo. O resultado pode refletir diretamente no ambiente da concentração, criando um grupo mais unido e leve durante uma competição em que cada detalhe faz diferença. É praticamente uma terapia de quatro patas.

Mauricio Pochettino, técnico dos Estados Unidos, com cão no CT — Foto: Reprodução/Instagram
Estratégia além da Copa
E o projeto não deve parar na Copa. Os Estados Unidos já estudam criar um espaço permanente para animais de estimação em seu centro de treinamento, permitindo que jogadores, comissão técnica e funcionários convivam com um mascote durante toda a temporada. Se depender do clima interno, os cachorros já conquistaram vaga cativa no elenco. sem precisar disputar posição.
Líderes do Grupo D na primeira fase, os Estados Unidos voltam a campo nesta quarta-feira, às 21h (de Brasília), diante da Bósnia, pela segunda fase da Copa do Mundo. Se a estratégia com os cães vai render mais uma classificação, ainda é cedo para dizer. Mas uma coisa já ficou clara: quando o assunto é recuperação, a seleção americana resolveu apostar em muito carinho, algumas lambidas e uma boa dose de fofura.




