Lionel Messi voltou a comandar a Argentina em mais uma noite decisiva de Copa do Mundo. Mesmo sem balançar as redes, o camisa 10 participou diretamente da reação sobre a Inglaterra, ajudou a construir as principais jogadas ofensivas e foi determinante na classificação por 2 a 1 para a final do torneio.
Além disso, o primeiro tempo foi marcado por muita disputa física e poucas oportunidades de gol. Messi sofreu forte marcação dos ingleses, levou faltas e tentou organizar a criação argentina, mas encontrou dificuldades para romper a linha defensiva adversária. Ainda assim, o capitão permaneceu como principal referência técnica da equipe durante os 45 minutos iniciais.
Entretanto, logo depois do intervalo, o atacante começou a aparecer com mais frequência. Aos primeiros minutos da etapa final, participou da pressão que quase resultou no gol de Julián Álvarez. Pouco depois, porém, viu Gordon abrir o placar para a Inglaterra, obrigando a Argentina a aumentar ainda mais o ritmo ofensivo.
A direita de Deus
No entanto, a desvantagem não abalou Messi. O camisa 10 passou a recuar para buscar a bola, acelerar as transições e comandar o ataque argentino. Sob sua liderança, a equipe criou diversas oportunidades, acertou a trave com Mac Allister e pressionou até encontrar o empate com Enzo Fernández, após uma sequência intensa de finalizações.
Além disso, quando a partida caminhava para os minutos finais, Messi voltou a decidir. O craque iniciou a jogada pela ponta direita, chegou à linha de fundo e cruzou com precisão para Lautaro Martínez completar para o gol e decretar a virada argentina, garantindo a vaga na grande decisão do Mundial
Enquanto isso, embora tenha encerrado a partida sem marcar, o capitão recebeu elogios pela influência exercida durante todo o confronto. A Fifa, inclusive, destacou a assistência decisiva e classificou o cruzamento para o gol da vitória como “a direita de Deus”, em referência histórica ao legado de Diego Maradona.
Messi enfrentará a Espanha na final da Copa
Por fim, Messi conduziu a Argentina à sétima final de Copa do Mundo da história. Agora, a seleção comandada por Lionel Scaloni enfrentará a Espanha na decisão, em busca do tetracampeonato mundial.




