Copa do Mundo

“Lei Vini Jr.”: Bellingham não foi expulso ao tapar a boca por causa do contexto; entenda

Atitude do jogador inglês repercutiu nas redes sociais por causa da nova regra, porém a ação foi diferente da que expulsou Almirón

GELSENKIRCHEN, GERMANY - JUNE 30: Jude Bellingham of England reacts during the UEFA EURO 2024 round of 16 match between England and Slovakia at Arena AufSchalke on June 30, 2024 in Gelsenkirchen, Germany. (Photo by Clive Mason/Getty Images)
© Getty ImagesGELSENKIRCHEN, GERMANY - JUNE 30: Jude Bellingham of England reacts during the UEFA EURO 2024 round of 16 match between England and Slovakia at Arena AufSchalke on June 30, 2024 in Gelsenkirchen, Germany. (Photo by Clive Mason/Getty Images)

Um lance envolvendo Jude Bellingham durante o empate sem gols entre Inglaterra e Gana, pela Copa do Mundo, gerou questionamentos sobre a aplicação da chamada “Lei Vini Jr.“. O meia inglês levou a mão à boca ao conversar em campo, mas não foi advertido pela arbitragem.

A dúvida surgiu porque a Fifa passou a adotar uma orientação que prevê punições em situações nas quais jogadores cobrem a boca durante discussões, provocações ou confrontos. O objetivo da medida é facilitar a identificação de possíveis ofensas por parte da arbitragem e do sistema de vídeo.

Circustância diferente

Segundo o entendimento aplicado na partida, o gesto de Bellingham não se enquadrou nas circunstâncias previstas para punição. A conversa com Jordan Ayew não foi considerada uma situação de conflito, motivo pelo qual nenhuma sanção disciplinar foi aplicada ao atleta inglês.

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Bellingham atuando em Inglaterra x Gana – (Photo by Buda Mendes/Getty Images)

Bellingham atuando em Inglaterra x Gana – (Photo by Buda Mendes/Getty Images)

De acordo com a regulamentação adotada pela entidade na Copa do Mundo deste ano, o ato de tapar a boca não resulta automaticamente em cartão vermelho. A interpretação depende do contexto em que a ação ocorre e da avaliação feita pela equipe de arbitragem.

Bellingham será

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Diferença em relação a Almirón

Um dos exemplos recentes citados para explicar a diretriz envolve Miguel Almirón. O atacante da seleção paraguaia foi expulso durante o confronto contra a Turquia após cobrir a boca enquanto discutia com um adversário. O lance passou por revisão do VAR antes da aplicação do cartão vermelho direto.

Antes do início da Copa do Mundo, Pierluigi Collina, presidente do comitê de árbitros da Fifa, esclareceu que a orientação não impede conversas normais entre jogadores. Segundo ele, apenas situações relacionadas a confrontos ou condutas inadequadas estão sujeitas às punições previstas pela regra.

O episódio de Almirón ganhou repercussão por ter sido o primeiro caso de expulsão com base na nova interpretação durante a competição. Conforme divulgado pela Fifa, o jogador recebeu suspensão de uma partida após a vitória do Paraguai sobre a Turquia, tornando-se referência para a aplicação da norma em lances considerados de enfrentamento entre atletas.

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