Campeonato Paulista

“Do jeito que ele faz fica fácil”: Raphael Veiga celebra título e revela pedido de Abel ao elenco do Palmeiras

Meia-atacante do Verdão contou que o técnico português fez uma análise do duelo durante o intervalo no Allianz

Ettore Chiereguini/AGIF - Raphael veiga, meia do Palmeiras
© Ettore ChiereguiniEttore Chiereguini/AGIF - Raphael veiga, meia do Palmeiras

Um dos destaques da conquista do título do Palmeiras no Paulistão, o meia Raphael Veiga concedeu uma entrevista ao programa Globo Esporte nesta segunda-feira (4). O jogador do Verdão comentou sobre a goleada por 4 a 0 contra o São Paulo no último domingo (3) e também sobre o gol marcado no jogo de ida no Morumbi que acabou sendo fundamental para manter a equipe alviverde na disputa.

“Aquele gol deu uma ajudada na motivação de todo mundo, a gente sabe que não tinha feito um bom primeiro jogo, mas sabia que em casa ia ser diferente. Pela forma que foi o primeiro jogo, pelo que criaram, pela dificuldade, por ser o São Paulo e é sempre difícil jogar contra o São Paulo, ainda sabendo que precisa fazer dois gols para ir para os pênaltis. E a torcida, brincadeiras do lado de fora falando que já ganharam. No estádio, quando fizeram o terceiro gol pediram mais um, aí a gente fez mais quatro (risos)”, afirmou o meia.

Atualmente, Veiga é o jogador com mais gols em finais disputadas pelo Palmeiras. E, ao balançar as redes duas vezes no Choque-Rei, ele chegou a nove gols em dez decisões com a camisa alviverde. Além disso, o craque revelou que depois de abrir 2 a 0 no primeiro tempo, resultado que levaria a decisão para as cobranças de pênaltis, o técnico Abel fez um pedido aos jogadores durante o intervalo.

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Leia mais: “Vão ter pesadelos com a gente”: Zé Rafael alfineta soberba dos tricolores após goleada do Palmeiras na final do Paulistão

“Antes do jogo o Abel já falou que tinha que ser como martelo, martelando e tentando até conseguir. Quando foi para o vestiário, o Abel falou que a gente estava cansado porque a gente estava em um ritmo alto, intensidade alta, mas o São Paulo também. Dentro da nossa casa, com a nossa torcida, a tendência é eles sentirem muito mais. Engraçado que se ele ganha fala que é nosso, se perde fala que é dele. Isso faz o treinador que ele é. Ele costuma falar que é 70 a 30, mas é 50 a 50 porque ele é o comandante, passa tudo mastigado. Entrar em campo do jeito que ele faz fica fácil”, pontuou.

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