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Marcelo Teixeira admite “receio” de rebaixamento do Santos e cobra reação imediata no Brasileirão

Dirigente reconhece momento difícil, aponta falta de reação e pressiona jogadores por resultados

O presidente do Santos FC Marcelo Teixeira durante inauguração dos novos alojamentos do Recanto dos Alvinegros, hotel dentro do CT Rei Pelé onde os jogadores e comissão técnica ficam concentrados antes da partidas. Foto: Mauricio De Souza/AGIF
O presidente do Santos FC Marcelo Teixeira durante inauguração dos novos alojamentos do Recanto dos Alvinegros, hotel dentro do CT Rei Pelé onde os jogadores e comissão técnica ficam concentrados antes da partidas. Foto: Mauricio De Souza/AGIF

O presidente Marcelo Teixeira não escondeu a preocupação com o momento vivido pelo Santos na temporada. Após o empate sem gols diante do Coritiba, pela Copa do Brasil, o dirigente analisou o cenário atual e admitiu que a equipe ainda está longe de apresentar a reação esperada.


Em entrevista ao perfil PeixãoTV, Teixeira destacou o sentimento de frustração com a sequência recente de jogos na Vila Belmiro. “(Momento) difícil mesmo, difícil suportar. Quando a gente imagina que vai ter um resultado positivo, essa sequência de jogos na Vila era fundamental para o Santos ter um ritmo. Lógico, hoje foi um jogo atípico, até pelo ambiente, clima”, afirmou.


O dirigente deixou claro que a expectativa interna era de evolução, principalmente atuando em casa, mas reconheceu que o desempenho não correspondeu ao esperado ao longo das últimas partidas.

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Mesmo diante da pressão, Teixeira ressaltou que o elenco conta com atletas experientes, que precisam assumir protagonismo neste momento delicado. “Temos jogadores experientes, já preparados para enfrentar esse tipo de ambiente que é normal quando não vem resultado”, disse.


Ele também apontou a falta de eficiência como um dos principais problemas recentes da equipe. “Nos outros jogos perdemos muitas oportunidades, hoje algumas. Foi um jogo muito equilibrado. Agora é enfrentar jogos fora da Vila. Isso também pode ser um fator positivo até para que o time possa alcançar os resultados e reverter essa situação”, completou.

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“Receio” de rebaixamento expõe alerta interno

SP – SANTOS – 04/02/2026 – BRASILEIRO A 2026, SANTOS X SAO PAULO – Presidente Marcelo Teixeira do Santos apos partida contra o Sao Paulo no estadio Vila Belmiro pelo campeonato Brasileiro A 2026.  Foto: Jota Erre/AGIF

SP – SANTOS – 04/02/2026 – BRASILEIRO A 2026, SANTOS X SAO PAULO – Presidente Marcelo Teixeira do Santos apos partida contra o Sao Paulo no estadio Vila Belmiro pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Jota Erre/AGIF

O ponto mais forte da entrevista veio ao abordar a situação do clube no Campeonato Brasileiro. Sem fugir do tema, o presidente admitiu preocupação com a possibilidade de queda. “Que recado a gente pode dar? (para a torcida) É trabalhar, reverter no campo e alcançar os resultados… É um receio (o rebaixamento), sempre tenho esse receio, porque o time não apresenta uma reação como todos queríamos que apresentasse”, declarou.


Ele ainda reforçou a necessidade de confiança no trabalho da comissão técnica, comandada por Cuca. “Pode ser que melhore? Pode até ser, o trabalho do Cuca é recente. Então é acreditar na comissão técnica, nos atletas assumindo essa responsabilidade, para revertermos essa situação”, concluiu.

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Momento do Santos aumenta pressão

Atualmente, o Santos ocupa a parte inferior da tabela do Brasileirão, convivendo com resultados irregulares e sem conseguir embalar uma sequência positiva. A equipe ocupa a 15ª colocação, soma 12 pontos e já acumula uma sequência irregular no Campeonato Brasileiro sendo três vitórias, três empates e quatro derrotas nos últimos 10 jogos, o que amplia o clima de cobrança interna e externa.

Opinião da Redação Antenados no Futebol

A declaração de Marcelo Teixeira expõe um cenário raro: um presidente admitindo publicamente o risco de rebaixamento ainda no início da competição. No Santos, isso evidencia não apenas preocupação, mas também a falta de respostas imediatas dentro de campo. A confiança no trabalho de Cuca pode ser determinante, mas o tempo costuma ser implacável no Brasileirão. A reação precisa ser urgente para evitar que a pressão psicológica se torne o principal adversário do elenco.

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