O Botafogo mantém três negociações simultâneas para a contratação de zagueiros, conforme apuração do jornalista Bernardo Gentile, do canal “Arena Alvinegra”, divulgada nesta terça-feira (24). A movimentação ocorre na reta final da janela de transferências internacional, que se encerra no dia 3 de março, com o clube priorizando a chegada de defensores para ambos os lados do campo e um lateral-esquerdo.

Lista de negociações

Embora as identidades dos três nomes em negociação não tenham sido confirmadas, o mercado aponta sondagens recentes a atletas como Di Cesare (Racing), Maizon Rodríguez (Unión Santa Fe), Lucas Fasson (Lokomotiv) e Bernardo Schappo (Estrela Amadora). O perfil buscado visa aumentar as opções para o setor defensivo antes do fechamento do período de inscrições.

Uma tentativa de reforço para o sistema tático do treinador Anselmi envolveu o volante Vítor Carvalho, do Braga. De acordo com informações locais, o clube português recusou a oferta alvinegra pelo jogador, que seria utilizado na composição de uma linha de três zagueiros, apesar de sua função de origem no meio-campo.

Além do miolo de zaga, o departamento de futebol procura um lateral-esquerdo para atuar em concorrência com Alex Telles. O planejamento técnico estabelece a necessidade de preencher essas lacunas específicas para garantir a rotatividade do elenco nas competições da temporada de 2026.

Martín Anselmi comandando o Botafogo – Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

John Textor afastado do Alvinegro

No âmbito administrativo, o jornal “O Globo” informou nesta terça-feira que o empresário John Textor foi formalmente afastado do comando da Eagle Football Holding. O documento oficial indica que a saída ocorreu em 27 de janeiro, embora o anúncio público tenha sido detalhado apenas agora.

O afastamento é resultado do acionamento de uma cláusula de proteção ao crédito por parte da gestora Ares, em processo que tramita na justiça do Reino Unido. A medida foi motivada por instabilidades financeiras na holding e pela destituição de membros independentes da governança, o que foi interpretado pelos credores como um risco operacional.

Com a aplicação dessas garantias contratuais, a liderança da holding que controla a SAF do Botafogo passa por reestruturação. Até o momento, a gestão do clube carioca não se manifestou oficialmente sobre os impactos imediatos dessa mudança no comando da Eagle Football.