O Grêmio decidiu acelerar de forma significativa a busca por um novo patrocinador máster. A diretoria trabalha com a expectativa de concluir um acordo ainda neste mês de abril, preenchendo um espaço considerado vital na camisa e no orçamento do clube.
Desde o encerramento da parceria com a Alfa, o Tricolor segue sem sua principal fonte de receita comercial no uniforme. Portanto, essa ausência já impacta diretamente o planejamento da temporada, especialmente em um momento que exige equilíbrio entre competitividade e responsabilidade financeira.
Internamente, o entendimento é claro: o patrocínio máster é uma peça-chave no futebol moderno. Os valores envolvidos podem alcançar cifras próximas a R$ 50 milhões por ano, o que reforça a urgência da diretoria em fechar um novo contrato o quanto antes.
Grêmio está certo em tratar o patrocínio como prioridade?
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Presidente do Grêmio mantém cautela
Contudo, o presidente Odorico Roman tratou de frear qualquer expectativa imediata ao detalhar as dificuldades do mercado. “O calendário das grandes empresas é definido com muita antecedência. Muitas já fecharam seus investimentos para 2026 ainda em outubro do ano passado”, explicou o dirigente.
Além disso, o processo envolve etapas complexas que vão além das cifras. Muitos acordos dependem da aprovação de matrizes internacionais, o que naturalmente torna as negociações mais lentas e exige maior articulação política e comercial por parte do clube.
Mesmo diante desse cenário, o Grêmio mantém conversas ativas com diferentes empresas. A estratégia, inclusive, não se limita apenas ao espaço máster, já que a direção avalia a possibilidade de fechar contratos adicionais para outras áreas do uniforme.
Marca chinesa e Grêmio se aproximam de acordo
Nesse contexto, a ideia é concretizar dois acordos paralelos: um voltado para a parte frontal da camisa e outro destinado a espaços secundários. Entre os nomes analisados, a montadora chinesa BYD surge como uma possibilidade real, embora as tratativas ainda estejam em fase interna.
