Na tarde desta segunda (12), o Bahia apresentou oficialmente o técnico Renato Paiva e a nova comissão no CT Evaristo de Macedo. O profissional que já comandou o León e Independiente del Valle é o primeiro português a estar à frente da equipe baiana em 91 anos. Durante entrevista coletiva, o professor foi perguntado sobre sua escolha pelo Tricolor e não fez rodeios para explicar os seus motivos.
“Sobre a pergunta [escolha pelo Bahia], um pouco de estudo. Vou entrar em um dos campeonatos mais competitivos do mundo, que tem os jogadores como patrimônio mundial. E também o projeto que me foi apresentado. Quando fazemos análises, precisamos perceber como se ganha e como se perde. Eu sempre me considerei um treinador de projeto. Recusei convites ao longo de minha carreira, porque não entendi como bons projetos. Portanto, sendo um treinador de projeto, vejo que o projeto que está aqui me deixa muito orgulhoso de ser o ano zero e o princípio de um projeto que vai ter muito sucesso e orgulhar todos que estão envolvidos”, explicou o treinador.
Ainda durante o bate-papo com a imprensa, Paiva revelou suas primeiras impressões e fez questão de expor o desejo de reerguer o Bahia na próxima temporada. “Os treinos de amanhã e depois de amanhã vão fazer uma equipe mais competente. Não jogamos sozinhos, não esquecemos da história do Bahia. Nos últimos anos, diria que o Bahia é um gigante adormecido. Um pouco abaixo do que é sua história. Queria estar conectado para reerguer esse gigante. É um processo que vai levar esse tempo”, contou.
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Logo após, concluiu: ”Uma equipe que terá muitas alterações. E isso, o tempo no futebol sabemos como é, ainda mais no contexto do Brasil. Somos uma equipe técnica que valoriza o treino. Há um conjunto de fatores que temos que ultrapassar com nossa competência. Estamos a construir um plantel. Mais para frente vamos avaliar essa situação. A partir daí é jogo a jogo”.




