Vivendo uma crise dentro de campo, já que acabou sendo eliminado na Copa do Brasil e também na Sul-Americana, além de não estar muito bem no Brasileirão, o Santos também tem sido notícia pelo extracampo. Isso porque, nesta quarta (20), veio à tona uma acusação do Ministério Público do Trabalho de São Paulo (MP-SP), que entrou com uma ação contra o Peixe alegando trabalho infantil cladestino e exploração de menores de idades.
Segundo apurado pelo Uol Esportes, e confirmado pelo GE, o MP solicitou à Justiça que o Santos dê fim às atividades de todos os times que tenham jogadores abaixo dos 14 anos nas categorias de base do Santos. Caso isso não aconteça, a ação pede para que o Peixe seja punido com uma multa diária de R$100 mil. A investigação do Ministério Público afirma ter flagrado trabalho infantil de 75 crianças e adolescentes menores de 14 anos, das categorias sub-11 e sub-13 do Clube.
O MP alega que essas crianças estariam trabalhando com contrato de trabalho sem remuneração. Por conta disso, o Santos enviou uma nota oficial para se posicionar em meio ao processo: “O Santos Futebol Clube informa que o processo em questão corre em segredo de justiça, por envolver atletas menores de idade. O clube apresentará sua defesa no prazo legal, motivo pelo qual não lhe é permitido fornecer maiores detalhes”, começa o comunicado.
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O Peixe também fez questão de negar as alegações do Ministério Público: “As categorias de base do Santos são reconhecidas como modelo para a inserção de crianças e adolescentes através do esporte, para auxílio no desenvolvimento não apenas de atletas, mas principalmente de cidadãos aptos ao convívio em sociedade. O clube reitera que segue rigorosamente a legislação desportiva vigente, o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Constituição Federal”, finaliza a nota.




