De acordo com informações apuradas pelo jornalista Fábio Lázaro, do UOL Esporte, a negociação para a renovação de Memphis Depay provocou um desgaste dentro do grupo político do presidente Osmar Stabile.
Entre os principais pontos debatidos estavam a duração do vínculo e a forma de pagamento da dívida referente ao contrato atual do atacante. O camisa 10 gostaria de um acordo de três temporadas, mas acabou aceitando renovar por dois anos.
Conforme citado acima, o valor que o clube deve ao jogador também foi pauta. Memphis concordou em fixar a dívida em R$ 42 milhões, sem juros, multas ou outras correções, condição que ajudou a avançar as conversas.
Renovação de Memphis gera divergências políticas
Em contrapartida, a negociação não ficou somente em às questões esportivas e financeiras. O processo também provocou tensão dentro do grupo político de Osmar Stabile, destacando diferentes posicionamentos sobre o acordo com o atacante.
A permanência do holandês representa um compromisso financeiro relevante para o Timão, que atravessa um momento delicado, principalmente diante da dívida acumulada. Apesar das divergências, as tratativas avançaram.
A possibilidade de um acordo por dois anos e a definição do valor da dívida foram fatores cruciais para que a negociação seja sacramentada. O atacante retorna nesta quarta-feira (29) e a tendência é de que tudo seja finalizado.
Opinião: Negociação evidencia necessidade de responsabilidade no Corinthians
A permanência de Memphis pode ser positiva para o Corinthians dentro de campo, mas a negociação mostra a necessidade do clube em ter uma responsabilidade na gestão financeira e além disso, administrar o lado político.




