A vitória do Goiás por 3 a 1 sobre o Corinthians, domingo, na Serrinha, teve sabor especial para diversos jogadores do elenco do Verdão. Um deles foi Matheus Peixoto, que foi apresentado ao time em março depois de se recuperar – de forma trabalhosa, culminando com uma cirurgia – de uma lesão no tornozelo. O atacante já tinha estreado pelo Clube e vem sendo o titular há alguns jogos com a saída de Nicolas, mas faltava o primeiro gol. E ele o marcou nessa partida.
“Para mim, foi uma grande felicidade voltar a jogar. Esse último ano (2022, no Ceará) foi muito difícil, mas tenho trabalhado muito e me superado todos os dias. Foi um mix de emoções poder entrar em campo novamente e estrear com a camisa do Goiás (contra o Santa Fe). Ter marcado agora no Brasileirão, então, nem se fala! Agora é continuar com foco total, muita determinação e sangue nos olhos para ir em busca dos nossos objetivos ao longo do ano”, disse ao GE.
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O jogador tem 27 anos e passagens por clubes como Bragantino, Bahia, Ponte Preta, Juventude e Ceará, dentre outros. Ele pertence ao Metalist, da Ucrânia, e chega por empréstimo até o fim da temporada. Matheus Peixoto marcou quando o Corinthians vencia por 1 a 0 e igualou o placar, evitando que o Goiás fosse para o intervalo perdendo. “Tenho muita fé que será uma grande temporada”, completou o centroavante.

Foto: Isabela Azine/AGIF
De acordo com o atleta, o período em que lidou com a lesão foi muito complicado. Ele tentava treinar e jogar, mas não conseguia ter bom rendimento. Por isso, passou em branco com a camisa do Ceará – 16 jogos e nenhum gol. “Doloroso demais. Nenhum jogador quer passar por isso. Fui muito cobrado ano passado por isso. Cheguei já lesionado no Ceará. Fiz o processo final de recuperação lá. Quando voltei, tive uma nova contusão. Isso foi muito difícil”, recordou em coletiva de apresentação ao Goiás.
Ainda segundo Matheus Peixoto, ele nunca tinha tido uma lesão em sua carreira que o tirasse de muitos jogos: “Foi todo um processo. Tentava voltar a jogar e não conseguia. Tomava injeção todos os dias, remédio para treinar e jogar. Chegava nos jogos e não aguentava. Quem viu os jogos, sabe que eu tinha dificuldade para correr. Incomodava bastante. Para o atleta, é muito difícil. Você quer fazer, corresponder. Ao mesmo tempo, não conseguia performar”, contou.




