Um dos assuntos no Palmeiras nesta terça-feira (2) é uma declaração da presidente Leila Pereira. Em entrevista à Globo News, a mandatária alviverde manifestou o desejo de ser dona de um clube no futuro, após o término de seu mandato no Verdão em dezembro de 2027.
Leila, que descartou vender titulares do Palmeiras, não cogitou trabalhar em rivais do clube. No entanto, ela se mostrou inclinada ao modelo de gestão clube-empresa, que evita processos políticos.
“Não iria para outro clube. Por enquanto, não. Mas no futuro, eu vou te falar uma coisa, eu acredito em clubes-empresa. Pode ser que no futuro eu seja a dona de um clube”, revelou Leila Pereira.
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Leila Pereira e os planos para o futuro
Ao citar o desejo de gerir uma SAF, Leila confessou que o modelo associativo, pelas questões políticas internas, são desgastantes. A mandatária está na presidência do Palestra desde 2021.
“Olha que espetáculo. Você não precisar pedir voto. Eu não tenho mais essa paciência. Você acha que eu há 15 anos atrás, eu imaginei: ‘Olha, em 2015 eu vou ser patrocinadora do Palmeiras, e vou ser conselheira e vou ser…’ Não. A vida apresenta oportunidades para você, sabe?”, disse.

Leila Pereira, presidente do Palmeiras. Foto: Anderson Romao/AGIF
“Eu costumo dizer: ‘A vida é um grande meia’. A vida passa bola para você e você tem que chutar forte. Eu chuto forte, eu não perco o gol. Eu sou uma boa centroavante e eu chuto forte”, completou a gestora.
Opinião: presidente do Palmeiras inclina preferência ao modelo clube-empresa
Leila se mostra crítica ao modelo tradicional de gestão esportiva. Ao admitir o desejo de gerir um clube como dona, a presidente alviverde interpreta que os moldes políticos do associativo podem estar ultrapassados, apesar do sucesso do Palmeiras em sua gestão neste modelo.




