Fluminense

John Kennedy ou Rodrigo Castillo? Solução de Zubeldía no Fluminense pode ser dupla de ataque

Mudança de esquema para dois atacantes de ofício funcionou e garantiu vitória do Fluminense diante do Santos

Castillo e John Kennedy comemoram gol do Fluminense
© Mauricio De Souza/AGIFCastillo e John Kennedy comemoram gol do Fluminense

A vitória do Fluminense sobre o Santos no final de semana por 3 a 2 deixou lições importantes para o técnico Luis Zubeldía. Além do resultado ter ajudado a afastar qualquer tipo de crise, foi importante para consolidar uma nova opção de escalação.

No triunfo na Vila Belmiro, o Flu perdia por 2 a 1 quando Rodrigo Castillo empatou a partida após cruzamento preciso de Guga, que pede passagem no time titular de Zubeldía.

Por sua vez, John Kennedy entrou e, mesmo gripado, garantiu a virada na Baixada Santista após nova assistência de Guga, subindo na lista de maiores artilheiros do Tricolor revelados em Xerém.

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Dupla de centroavantes surge como opção tática para Zubeldía

Uma formação com dois atacantes não é novidade no Fluminense de Zubeldía. Em outras partidas recentes, o treinador testou este esquema. No empate diante do Coritiba, Germán Cano atuou ao lado dos outros centroavantes e a mudança gerou o empate no Couto Pereira.

Não é segredo que Zubeldía é adepto de um 4-3-3 mais conservador, com dois volantes, um meia armador e dois pontas, além do centroavante na referência. Mas ter essa variação tática pode mudar cenários em jogos mais amarrados, visto que dá maior presença de área.

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Luis Zubeldia tecnico do Fluminense durante partida contra o Santos no estadio Vila Belmiro pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Mauricio De Souza/AGIF

Luis Zubeldia tecnico do Fluminense durante partida contra o Santos no estadio Vila Belmiro pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Mauricio De Souza/AGIF

Além da mudança de cenário, jogar com dois atacantes na referência pode ajudar a suprir a ausência de Lucho Acosta. Sem um camisa 10 de ofício, uma dupla de centroavantes é uma alternativa, ainda mais que Ganso, substituto natural do argentino, não tem conseguido fazer boas partidas.

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Opinião: variação ofensiva dá novo fôlego ao Fluminense

Acreditamos que insistir apenas no modelo preferido de um treinador pode limitar um time que claramente tem outras soluções no elenco. Contra o Santos, por exemplo, a presença de dois centroavantes mudou o jogo e evidenciou uma alternativa concreta para partidas travadas. Agora, cabe a Zubeldía entender que flexibilidade tática não é exceção, mas sim uma necessidade.

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