Heittor viveu uma noite especial com a camisa do Palmeiras. A joia da base estreou no time profissional na vitória por 3 a 1 sobre o Coritiba, pelo Campeonato Brasileiro, e comemorou a oportunidade recebida por Abel Ferreira.
O atacante entrou aos 44 minutos do segundo tempo na vaga de Ramón Sosa, que marcou um gol e deu uma assistência. Depois da partida, o jovem de 18 anos agradeceu pela chance e relembrou toda a trajetória construída desde que chegou ao Verdão.
Heittor mira novas oportunidades no Verdão
“Primeiramente, agradecer a Deus. Desde pequenininho, desde os dez anos, que eu estou no Palmeiras. É muito gratificante fazer essa trajetória toda e poder estrear no profissional do Palmeiras. Agradecer a Deus por tudo, meu pai, minha família, todos estão comigo. E também ao JP (Sampaio), eu sei que ele dá uns puxões de orelha na gente, mas eu sei que é para o nosso melhor”, afirmou.
O atacante também falou sobre suas referências dentro de campo e admitiu que a disputa por espaço no elenco é forte. “Muito feliz pelo momento, principalmente esse ano que estou vivendo, fazendo gols e ajudando a equipe. Tenho estilo mais do Endrick, já até falei alguma vez, mas é Endrick, Vitor Roque, que gosta de fazer gols também. É muito pesada (a concorrência), mas é trabalhar dia a dia para poder ter oportunidades”.
Heittor chegou ao Palmeiras em 2018 e passou boa parte da formação atuando como ponta. Desde a última temporada, ganhou espaço como centroavante de mobilidade no sub-20 e respondeu com gols, desempenho que acelerou sua promoção ao elenco principal.
Na atual temporada da base, o camisa 39 soma 13 gols e três assistências em 19 partidas. Além dos números, conquistou títulos importantes pelo clube e agora tenta transformar o bom rendimento nas categorias inferiores em minutos cada vez mais frequentes entre os profissionais.
Opinião: base segue batendo na porta do Palmeiras
O Palmeiras colhe mais um fruto do trabalho na Academia. A estreia de Heittor reforça que o clube continua produzindo talentos prontos para competir em alto nível, mas a permanência entre os profissionais dependerá de desempenho, porque no time de Abel Ferreira nome pesa pouco e quem rende continua jogando.




