O primeiro encontro entre Flamengo e Fluminense em 2026 ganhou um peso simbólico além das quatro linhas. O Maracanã foi palco não apenas do Fla-Flu válido pela quarta rodada do Campeonato Carioca, mas também da presença de Gianni Infantino, presidente da Fifa, que acompanhou o duelo de perto.
A visita reforça o protagonismo do futebol brasileiro no cenário internacional e conecta o clássico a um momento institucional importante para o país.
A passagem de Infantino pelo Rio de Janeiro está ligada à agenda oficial da Fifa no Brasil. O dirigente veio ao país para participar do evento que apresentou a logomarca oficial da Copa do Mundo Feminina de 2027, competição que será sediada em território brasileiro. A ida ao estádio acabou sendo uma extensão natural da programação, aproveitando um dos maiores clássicos do futebol nacional como vitrine.
Clássico marca início da temporada entre os rivais
Dentro de campo, Flamengo e Fluminense se enfrentaram às 18h, no Maracanã, em seu primeiro duelo na temporada. O confronto teve peso direto na tabela do Estadual. O Tricolor chegou ao jogo ocupando a segunda posição do Grupo A, somando seis pontos. Já o Rubro-Negro iniciou a rodada na quinta colocação do Grupo B, com quatro pontos conquistados até então.

Gianni Infantino presidente da FIFA antes de partida entre Corinthians e Flamengo pelo campeonato Copa do Brasil 2022. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF
O Fla-Flu, tradicionalmente carregado de rivalidade e história, também serviu como termômetro para o início do ano das duas equipes, ainda em fase de ajustes e observação de elenco neste começo de Campeonato Carioca.
Opinião da redação do Antenados no Futebol
A presença do presidente da Fifa em um Fla-Flu não é um detalhe menor. O gesto simboliza o peso do futebol brasileiro e, principalmente, do Maracanã como palco global.
Em um momento em que o Brasil se prepara para sediar uma Copa do Mundo Feminina, associar o evento a um clássico histórico ajuda a reforçar a imagem do país como centro do futebol mundial. Dentro de campo, o Carioca segue como laboratório, mas fora dele o recado institucional foi claro: o Brasil continua no radar da Fifa.




