Bom, não é segredo para ninguém que o Flamengo costuma revelar inúmeros craques para o mundo do futebol. E, é inegável que entre as melhores ‘safras’, a geração de Vini Jr. , atualmente no Real Madrid, é considerada até hoje uma das mais vitoriosas da equipe carioca. No entanto, o camisa 10 daquela geração, Bernardo Rosa, também segue brilhando, desta vez na equipe sub-23 do West Ham, clube de Londres. Durante entrevista à ESPN, o meia revelou algumas histórias e lembrou os momentos no Ninho.
“O Vini sempre foi diferenciado. Era muito mais rápido que todo mundo. Sempre fazia gols e se destacou a vida inteira como artilheiro e melhor jogador dos campeonatos. Ficamos juntos dos 10 aos 16 anos. Ele é um cara muito humilde e engraçado, falava muito com todo mundo e sempre se deu bem com todos. É um cara de mentalidade vencedora, e ganhamos tudo que tinha para ganhar na base. Foram anos muito bons”, relembrou.
Em seguida, completou: “E dava para ver desde aquela época que ele ia chegar longe, pois era diferenciado, todos já o conheciam e ele era chamado sempre para as seleções de base. Além disso, ele era a alegria do time, muito engraçado. Acho que nunca vi o Vini triste na vida. Estava sempre sorrindo e brincando com todo mundo, fazendo aquela resenha do futebol. Nas viagens, a gente ficava hospedado em escolas para jogar campeonatos e não usava muito celular, era muita brincadeira e risada. Época boa demais”, finalizou.
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Além disso, Bernardo analisou os caminhos seguidos pelos principais atletas daquela geração. Vale destacar que, naquele período, o time comandado por Vinicius Júnior chegou a ficar quase dois anos invicto, um feito muito importante para o Flamengo. Entre os nomes importantes: Yuri César, Lincoln e Luan Cappani foram citados pelo meia do West Ham.
“Nossa geração 2000 ficou nacionalmente famosa, porque ficamos uns dois anos invictos. Tínhamos o Wesley ‘Gasolina’, que hoje é da Juventus, o Henrique, que está no Goiás, o Yuri, que está em Dubai, o Lincoln, o Luan Cappani, do Milan, o Vitor Gabriel, entre outros. Foi uma experiência maravilhosa. Eu era muito jovem, e o futebol era pura diversão nessa época. Nosso grupo era muito unido e ganhamos quase tudo. O nível era absurdo de alto”, finalizou.




