Libertadores

“Dificuldade”: Paulo Sousa explica substituições no sistema ofensivo do Flamengo após vitória na Libertadores

Equipe rubro-negra lidera o Grupo H da competição continental com nove pontos em três partidas

Robson Mafra/AGIF - Paulo Sousa, técnico do Flamengo
© Robson Mafra/AGIFRobson Mafra/AGIF - Paulo Sousa, técnico do Flamengo

Nesta quinta (28) o Flamengo sofreu, mas conseguiu vencer o Universidad Católica por 3 a 2 no Chile. Após o apito final Paulo Sousa afirmou como o time pode evoluir defensivamente. De acordo com ele, o caminho mais curto é tendo a posse de bola. ”Esse é o terceiro jogo na Libertadores, com três vitórias e duas fora. Fizemos cinco gols fora que nos deram a possibilidade de ganhar. Penso que a melhor forma de defendermos é termos mais tempo de bola. Em alguns momentos aceleramos, o que não nos permitiu ter o tempo de bola. Para estarmos bem organizados, com as linhas bem mais próximas e podermos defender quase sempre em transição de forma a não defender tanto o bloco”, afirmou durante entrevista coletiva.

Em seguida, Paulo Sousa fez inúmeros elogios ao zagueiro Pablo e destacou seus pontos fortes. “Sobretudo a capacidade que nos dá em duelos aéreos e de marcações importantes a pontas adversários com mobilidade e capacidade no jogo aéreo. Em termos ofensivos, algo que já tínhamos trabalhado com ele na França. Claro que são companheiros, mobilidade e interpretação totalmente diferentes. Com certeza vai crescendo no jogo curto entre linhas de forma a evoluir em sua grande capacidade, que é defender bem. Defender bem entre linhas, diminuir distâncias, defender bem seus adversários diretos e em termos de cruzamento. Dentro da área é um jogador muito importante para nós”, relatou.

Além disso, o técnico português analisou os erros da equipe rubro-negra durante o segundo tempo e realizou algumas cobranças. “Na segunda etapa, no bloco baixo, precisamos ser mais intensos, fazer mais pressão e ter maior clareza nos conceitos de triângulos, de coberturas e flutuações mais rápidos. De forma a podermos potencializar nosso jogo”, contou.

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Por fim, explicou porque optou por substituir Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabigol. “Sobretudo por opção física. Everton tem nos ajudado e está tentando se recuperar. Tem fortes dores na panturrilha. E procura recuperar para nos ajudar. Hoje foi um jogo difícil para ele. Muita pressão, muito jogo de costas e muito contato. O Arrasca teve uma contusão no seu músculo. Vinha com alguma dificuldade durante a primeira parte. Como o Bruno já tinha dito, havia uma expectativa de até menos minutos para ele do que ele ofereceu. Claro que o time precisa dele, mas temos de seguir algum cuidado para mantê-lo a nível competitivo. Precisávamos de alguém no jogo aéreo que nos pudesse ajudar, seja em escanteios ou em faltas laterais com o Pedro. E também ter profundidade e estarmos mais próximos do gol adversário”, pontuou.

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