A venda de Cauan Baptistella para o futebol europeu pegou muitos torcedores do Cruzeiro de surpresa no início da temporada. O que poucos sabiam é que o próprio meia também não esperava deixar a Toca da Raposa tão rapidamente após o título conquistado na Copa São Paulo de Futebol Júnior.
Em vez disso, recebeu a informação de que a SAF estava aberta a negociá-lo e que as conversas com o Metalist 1925, da Ucrânia, avançavam rapidamente.
O Cruzeiro fez certo ao vender Cauan Baptistella logo após a Copinha?
O Cruzeiro fez certo ao vender Cauan Baptistella logo após a Copinha?
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Meia não esperava deixar o Cruzeiro
“Eu não esperava isso acontecer, porque foi muito rápido. Chegou para mim que o Cruzeiro estava disposto em me negociar e conversei com a minha família. Então, eles não tinham a intenção de me usar por agora. As conversas entre Cruzeiro e Metalist seguiram”, contou Baptistella em entrevista ao Diário Celeste.

Cauan Baptistella jogador do Cruzeiro durante partida contra o Pouso Alegre no estadio Mineirao pelo campeonato Mineiro 2026. Foto: Gilson Lobo/AGIF
Após refletir sobre a situação ao lado da família, o meia decidiu encarar a transferência como uma oportunidade de crescimento. “Após conversar com a minha família, cheguei à conclusão de que eu poderia ir para a Europa. Vi que, para a minha carreira. seria bom. Ganhar minutagem no profissional, experiência e amadurecer”, afirmou.
O jovem também revelou que a rapidez da negociação surpreendeu até os companheiros de equipe. “Então, primeiramente, foi por uma vontade do Cruzeiro em me negociar. As coisas foram muito rápidas. Acabou a Copinha e duas semanas depois eu já estava vendido. Sempre fui muito brincalhão, então os caras não acreditaram quando eu cheguei para treinar e falei que iria pegar minha coisas. Depois, chamei todo mundo para um churrasco de despedida”.
Negócio ainda gera questionamentos
O Cruzeiro oficializou a venda em fevereiro por 5 milhões de euros, valor próximo de R$ 30 milhões na cotação da época. Hoje no Metalist, Baptistella já disputou dez partidas, marcou seu primeiro gol como profissional e garante estar satisfeito com a adaptação ao novo país. “Tenho um carinho enorme pelo Cruzeiro e sou muito grato por tudo o que o clube fez por mim. Mesmo estando na Ucrânia, sempre acompanhava os jogos quando o horário permitia. Agora, de férias no Brasil, foi muito especial voltar ao Mineirão e reencontrar esse ambiente que marcou a minha trajetória”.




