Bruninho brilha no futebol europeu
O Athletico-PR volta a jogar oficialmente após a parada para a Copa do Mundo pela primeira vez nesta quarta-feira (22), às 21h30 (horário de Brasília), diante do São Paulo. Para a partida, Odair Hellmann não vai contar com Bruninho, que pediu para não jogar mais pelo clube.
Inicialmente, Bruninho só iria deixar o Furacão em agosto, quando vai completar 18 anos, mas, com o pedido, o atleta foi liberado e já iniciou os treinamentos na equipe ucraniana. Aliás, no último domingo (19), participou de um amistoso contra o NK Rudes, da Croácia, e foi muito bem.
Em resumo, o jovem entrou no segundo tempo e marcou dois gols do Shakhtar na vitória por 5 a 0. No primeiro, recebeu em velocidade, ficou cara a cara com o goleiro e mostrou frieza para deslocar o adversário. Já no segundo, em uma jogada característica de um ponta, o garoto recebeu pela direita, puxou para o meio, limpou o defensor e bateu colocado de fora da área.
A atuação do atacante chamou atenção e empolgou nos bastidores do clube ucraniano. Vale lembrar que, apesar de estar atuando nos treinamentos, Bruninho ainda não pode disputar uma partida oficial. Isso só vai acontecer após o dia 16 de agosto, quando completa 18 anos.
Valores da negociação
Para vender o ‘Piá do Caju’, o Athletico vai receber 11 milhões de euros fixos (aproximadamente R$ 64 milhões na cotação atual), que podem chegar a 14 milhões de euros (cerca de R$ 81 milhões), caso o jogador atinja algumas metas pré-estabelecidas.
Bruninho é muito talentoso, talvez uma das maiores promessas que surgiram no clube nos últimos anos. No entanto, o atleta é considerado problemático, devido a algumas atitudes dentro e fora de campo. Por isso, o Furacão não fez força para manter o ponta, mesmo com o jogador mostrando nível para ajudar a equipe principal já nesta temporada.
Opinião: negócio foi positivo
O Athletico acertou ao negociar Bruninho, e isso ficou mais do que claro antes, durante e depois da saída do atleta para o Shakhtar. A postura do jogador incomodou bastante os torcedores do Furacão, especialmente pela falta de interesse em contribuir com o clube que o formou após a venda.




