O Bahia encontrou em Ademir mais uma vez o nome decisivo diante do Atlético-MG. Na noite desta terça-feira (21), pela última rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro, o atacante voltou a balançar as redes contra o ex-clube, marcou o gol de empate na Arena MRV e provocou: o ex-galo comemorou com as mãos nos ouvidos em direção à torcida atleticana.
O camisa 7 apareceu aos 12 minutos do segundo tempo para deixar tudo igual após o Atlético abrir o placar ainda na etapa inicial. O gol aumentou uma escrita curiosa, já que este foi o segundo de Ademir contra o Galo desde que passou a vestir a camisa do Bahia.
Lei do ex volta a funcionar no Bahia
A cena lembrou o confronto de 2024, quando Ademir também marcou um golaço para empatar uma partida diante do Atlético-MG, também na Arena MRV. Na ocasião, o atacante comemorou exatamente da mesma forma, provocando a torcida mandante e transformando o lance em um dos momentos mais lembrados do duelo.
Nas redes sociais, a atuação do atacante rapidamente ganhou repercussão. Torcedores brincaram com a frequência dos gols do camisa 7 diante do ex-clube. Entre os comentários, um deles resumiu o sentimento:
“Se o Brasileirão fosse o Bahia contra 19 clubes mineiros, Ademir seria artilheiro 😂”. Outro escreveu: “acho que em todo os trocentos jogos entre bahia e galo tem gol do ademir”.
Torcida reage nas redes
Além do gol, os torcedores, que viram o time conseguir liberação para Guido Herrera estrear na partida, também elogiaram a construção da jogada. Um comentário destacou: “Ademir fez um golaço mas olha que assistência absurda do Nestor. Sensacional. Empate do Bahia”. Outro reforçou a coincidência que já virou tradição: “Qual a lei que sempre funciona? A Lei do Ex.”.
O empate manteve Ademir como um dos personagens mais incômodos para o Atlético-MG nos últimos confrontos entre as equipes. Sempre que reencontra o antigo clube, o atacante costuma aparecer em momentos decisivos e aumentar ainda mais a identificação com a torcida do Bahia. Com mais um gol em Belo Horizonte, o jogador mostrou, outra vez, que a chamada “Lei do Ex” continua viva.




