O próximo compromisso da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 valerá vaga no mata-mata. O Brasil encara a Escócia na quarta-feira (24), às 19h (horário de Brasília), pela última rodada do Grupo C da competição.
Após empatar com Marrocos e vencer o Haiti, o Brasil encara o primeiro adversário europeu neste Mundial — e o duelo não promete ser fácil. Capitão da Escócia, o meio-campista John McGinn tratou de deixar isso claro ao projetar o duelo contra a Seleção Brasileira.
Autor do gol da vitória escocesa por 1 a 0 sobre o Haiti na primeira rodada, McGinn destacou a importância do momento vivido pela Escócia e mostrou confiança para a sequência do torneio, apesar da derrota diante do Marrocos. O jogador do Aston Villa, da Inglaterra, reconheceu a força do Brasil, mas não abaixou a cabeça.
O Brasil vai vencer a Escócia?
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Capitão da Escócia manda aviso ao Brasil
“Percorremos um longo caminho. O Brasil é uma seleção famosa, repleta de jogadores que atuam em alto nível, então teremos que dar o nosso melhor para conseguir algo”, iniciou McGinn, em declaração repercutida pela ESPN.
“As condições serão diferentes, mas estamos preparados para este desafio e ansiosos pelo jogo, uma grande ocasião para nós. Sabemos o que fazer e estamos nessa expectativa”, acrescentou o jogador de 31 anos.

FOXBOROUGH, MASSACHUSETTS – JUNE 13: John McGinn #7 of Scotland during the FIFA World Cup 2026 Group C match between Haiti and Scotland at Boston Stadium on June 13, 2026 in Foxborough, Massachusetts. (Photo by Justin Setterfield/Getty Images)
Além de McGinn, nomes badalados como Scott McTominay e Andy Robertson formam a base de uma seleção sólida que promete complicar o jogo contra o Brasil, em duelo que repete a partida da fase de grupos da Copa do Mundo de 1998, quando a equipe brasileira venceu por 2 a 1, também em um confronto difícil e competitivo.
Opinião: Seleção Brasileira não pode subestimar a Escócia
Mesmo sendo favorito, o Brasil não deve subestimar a Escócia. A declaração de McGinn mostra confiança e revela que os europeus chegam preparados para tentar surpreender a Seleção, apostando em um jogo truncado como foi em 98. Equipes organizadas e competitivas costumam crescer em jogos grandes, o que certamente vai exigir atenção máxima da Seleção.




