O Fluminense estabeleceu um plano claro para reforçar o comando de ataque, com foco total na chegada de um centroavante capaz de assumir a titularidade imediatamente. Contudo, o clube adota postura estratégica e evita movimentos precipitados, mesmo com a necessidade evidente da posição.
Além disso, o nome de Hulk chegou a ser discutido internamente e ficou próximo de um desfecho positivo. Entretanto, as tratativas não avançaram até a assinatura, o que reforçou ainda mais a decisão da diretoria de agir com discrição nas negociações seguintes.
Portanto, a direção entende que qualquer vazamento pode inflacionar valores ou afastar possíveis alvos. Por isso, dirigentes mantêm conversas restritas e evitam exposição, mesmo nos estágios iniciais das tratativas por um novo camisa 9.
Paciência vira regra no Fluminense
Enquanto isso, a cautela passou a ser considerada peça-chave no processo. O mercado para centroavantes apresenta escassez e preços elevados, cenário que exige frieza antes de qualquer definição.
Sob o comando de Luis Zubeldía, a comissão técnica dialoga frequentemente com Mário Bittencourt, Paulo Angioni e Mattheus Montenegro. O objetivo comum é claro: contratar apenas se o reforço elevar o patamar competitivo do setor.
Por outro lado, o elenco atual conta com John Kennedy em boa fase, Everaldo sob pressão da torcida e Germán Cano ainda em recuperação física, o que mantém a necessidade aberta.

Mattheus Montenegro, novo presidente do Fluminense. Foto: Marcelo Gonçalves e Mailson Santana/FFC
Opinião do Antenados do Futebol
A estratégia é coerente. Contudo, o Fluminense corre risco caso o tempo passe e o mercado ofereça apenas opções medianas, pois a temporada exige um centroavante decisivo e não apenas mais um nome para compor elenco.

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