O próximo desafio do Fluminense pode decidir os rumos do Tricolor na Libertadores de 2026. Na quinta-feira (30), o Time de Guerreiros encara a altitude de 3.650 m de La Paz, na Bolívia, para enfrentar o Bolívar pela terceira rodada do Grupo C da competição.
Inclusive, o adversário do Flu atravessa um momento complicado e acabou de demitir o treinador Flavio Robatto. No entanto, o duelo ganhou contornos decisivos para o Tricolor pela situação atual do clube na tabela do grupo.
O Fluminense soma apenas um ponto e está empatado em terceiro lugar com o Bolívar. A chave é liderada pelo Independiente Rivadavia, da Argentina, que tem seis pontos, seguido pelo Deportivo La Guaira, da Venezuela, com dois.
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Sequência pesada fora de casa com compromisso na altitude
O cenário para enfrentar o Bolívar é dos mais preocupantes. A equipe treinada por Luis Zubeldía enfrenta uma altitude de praticamente 3.650 m na capital boliviana e, historicamente, tem muitas dificuldades neste cenário, assim como outros times brasileiros.
Após o jogo contra o Bolívar, o Flu terá mais um compromisso fora de casa no dia 6 de maio, quando vai à Argentina para reencontrar o Rivadavia, que venceu no Maracanã e complicou a vida do Tricolor na competição.

Derrota para o Rivadavia complicou a vida do Fluminense na Libertadores. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
Depois, os comandados de Zubeldía têm dois compromissos no Rio de Janeiro — recebe o Bolívar no dia 19 e encerra sua participação no Grupo C diante do La Guaira no dia 27, também no Maracanã.

Opinião: por que o Fluminense ainda tem chance mesmo pressionado no grupo
O cenário do Fluminense é mais delicado do que parece. A altitude e a sequência fora de casa não apenas dificultam o desempenho, mas reduzem a margem de erro a praticamente zero. Qualquer tropeço pode transformar a última rodada em um jogo de sobrevivência.
Ao mesmo tempo, o histórico recente mostra que o clube já lidou com pressão semelhante. Em 2023, ano da Glória Eterna nas Laranjeiras, a classificação veio no limite, o que indica que a equipe sabe competir sob risco. A diferença agora está no nível de adversidade física e no equilíbrio do grupo, que exige eficiência imediata.




