Logo após a derrota do Grêmio por 2 a 1 diante do Palmeiras, o debate sobre a arbitragem ganhou força, principalmente por conta de um lance específico envolvendo Amuzu dentro da área. Contudo, a jogada seguiu sem marcação de falta, o que revoltou jogadores, comissão e torcedores.
Ainda durante o segundo tempo, Giay utilizou o braço para deslocar o atacante gremista, em um movimento que gerou forte reclamação imediata. Portanto, mesmo com a intensidade do contato, o árbitro Bruno Arleu Araújo optou por mandar o jogo seguir, enquanto o VAR também não recomendou revisão.
Dessa forma, a repercussão rapidamente ultrapassou o estádio e chegou à televisão. Durante programa na TV Bandeirantes, Neto foi direto ao comentar o lance e não deixou dúvidas sobre sua interpretação.
“Quando usa o cotovelo e faz alavanca por trás, é pênalti. Não teve ombro com ombro”, afirmou o apresentador, classificando a decisão como erro claro da arbitragem.
Direção do Grêmio sobe o tom contra arbitragem
Além disso, a insatisfação gremista não ficou restrita ao elenco. Após o apito final, o dirigente Antonio Dutra Jr. concedeu entrevista e fez críticas contundentes à condução do jogo, destacando que o clube se sentiu prejudicado.
Segundo Dutra, o lance envolvendo Amuzu foi determinante e deveria ter sido revisado. Contudo, o dirigente apontou falha grave da equipe de vídeo, que ignorou, em sua visão, um erro evidente em momento crucial da partida.
Por outro lado, as reclamações não se limitaram a um único episódio. O primeiro gol do Palmeiras também foi questionado, já que, de acordo com a análise interna, surgiu após uma falta inexistente. Além disso, uma reposição rápida com interferência externa também foi citada como fator que beneficiou o adversário.
Opinião: arbitragem continua polêmica
Portanto, a análise de Neto reforça um sentimento que já era evidente dentro do Grêmio: a sensação de prejuízo em decisões determinantes. Quando até um comentarista experiente classifica o lance como pênalti claro, o debate sobre o nível da arbitragem ganha ainda mais peso. Assim, mais do que o resultado, o episódio expõe a necessidade urgente de maior consistência nas decisões dentro de campo e no uso do VAR.




