Hervé Renard ganhou destaque na Copa do Mundo de 2026 por um motivo curioso. O treinador francês acertou com a Federação Tunisiana para comandar a Tunísia nos dois jogos restantes da fase de grupos e receberá 200 mil euros, cerca de R$ 1,2 milhão, pelo período. A informação foi divulgada pelo portal árabe Wimwim.
Renard chegou ao cargo após a demissão de Sabri Lamouchi, desligado depois da derrota por 5 a 1 para a Suécia na estreia do Mundial. O francês de 57 anos assumiu imediatamente e estreou diante do Japão, mas viu sua equipe ser derrotada por 4 a 0, resultado que confirmou a eliminação dos tunisianos na competição.
Existia a possibilidade de um novo acordo em caso de classificação ao mata-mata. No entanto, a Tunísia já está sem chances de avançar e fará sua despedida da Copa do Mundo diante da Holanda na quinta-feira (25). A tendência é que Hervé Renard deixe o comando da seleção logo após a partida.
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Hervé Renard encerra passagem relâmpago pela Tunísia na Copa do Mundo
Mesmo com pouco tempo de trabalho, o treinador promoveu mudanças na equipe para a partida contra o Japão. Como ressaltou o UOL, o goleiro Dahmen deu lugar a Chamakh, enquanto Bronn e Tounkekti apareceram entre os titulares em substituição a Ben Hmida e Rani Khedira.
Após a derrota, Renard admitiu a superioridade dos japoneses e falou sobre o momento da equipe. “Não podemos ficar satisfeitos com um placar como esse. O moral está baixo, mas os jogadores se esforçaram e enfrentamos uma equipe muito superior. Temos que aguentar firme”, declarou.

Técnico da Tunísia, Hervé Renard comandou a equipe em só dois jogos. Foto: Luke Hales/Getty Images
A Tunísia ocupa a última colocação do Grupo F, sem pontos conquistados. Holanda e Japão lideram a chave com quatro pontos cada, enquanto a Suécia aparece em terceiro com três. O último compromisso dos tunisianos será justamente diante dos holandeses.
Opinião: salário elevado expõe aposta emergencial da Tunísia
Algumas seleções recorrem a soluções imediatas em meio à Copa do Mundo. O valor de aproximadamente R$ 1,2 milhão por apenas dois jogos chama atenção, mas também revela o desespero da Tunísia de reagir na competição. Sem conseguir evitar a eliminação, o treinador francês deve deixar o cargo após uma passagem relâmpago.




