A FIFA confirmou que o Brasil terá nove representantes na arbitragem da Copa do Mundo de 2026, disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. O número é recorde para o país e supera a marca da edição de 2022, no Catar, quando sete brasileiros integraram o quadro do torneio.
Entre os árbitros principais escolhidos estão Raphael Claus, Ramon Abatti Abel e Wilton Pereira Sampaio. Os três já fazem parte do principal grupo de arbitragem da CBF, mas apenas Ramon Abatti fará sua estreia em uma Copa do Mundo.
Wilton Pereira Sampaio e Raphael Claus chegam ao segundo Mundial consecutivo. Ambos estiveram presentes na Copa de 2022 e agora repetem a presença no maior torneio de seleções do planeta, reforçando a confiança da FIFA no trabalho da arbitragem brasileira.
FIFA anuncia brasileiros na arbitragem para a Copa
Além dos árbitros centrais, o Brasil também terá cinco assistentes na competição. Foram convocados Bruno Boschillia, Bruno Pires, Danilo Manis, Rodrigo Figueiredo e Rafael Alves, que atuarão como bandeirinhas durante o torneio.
O país ainda terá um representante na cabine do árbitro de vídeo. O paranaense Rodolpho Toski Marques foi escolhido como o único brasileiro escalado para trabalhar no VAR da Copa do Mundo.
Internamente, a CBF comemorou bastante a definição da FIFA. O presidente da Comissão de Arbitragem, Rodrigo Cintra, classificou a notícia como um reconhecimento ao trabalho recente da entidade, especialmente após o início do programa de profissionalização dos árbitros brasileiros.

O arbitro Wilton Pereira Sampaio durante partida entre Chapecoense e Corinthians no estadio Arena Conda pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Renato Padilha/AGIF
Na sua opinião, a escolha da FIFA para os árbitros brasileiros condiz com suas atuações no futebol nacional?
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Opinião: Internacionalmente, a arbitragem brasileira segue prestigiada
O recorde de representantes mostra que a arbitragem brasileira segue prestigiada internacionalmente, mesmo em meio às críticas frequentes dentro do país. A presença de nove profissionais na Copa reforça que o Brasil ainda é visto pela FIFA como uma das principais referências do continente no setor.




